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Os esclarecimentos abaixo são referentes à Injeção Eletrônica - Luz da injeção

 
S.O.S. publicado em: 14/04/2010
Enviado por: Anderson Monteiro (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza SL/E 2.0 EFI, 1992, álcool

Dúvida: a luz da injeção está acesa, sendo que a rotação as vezes está alta e as vezes baixa. Com velocidades acima de 70 km/h a luz se apaga. Como proceder para ressetar o módulo da injeção?

Resposta do consultor técnico Carlos Freire: Anderson, para descobrir o porque a luz de anomalia do sistema de IE (Injeção Eletrônica) está acendendo, deverá ser feito uma avaliação com o carro presente, e com auxilio de um scanner automotivo. Com scanner, deve ser testado o funcionamento de todos os sensores e comparar os valores com a tabela fornecida pela montadora. Qualquer sensor e o atuador de marcha lenta com problemas, ou tensão errada, entrada falsa de ar ou conexões do TBI conectadas em lugar errado, poderá induzir o funcionamento incorreto dos sensores, acusando erro na memória da IE. Por isso, a avaliação deve seguir um critério. Para fazer o reset da IE, basta soltar o cabo negativo da bateria por 1 minuto ou utilizar o scanner na função reset.

S.O.S. publicado em: 04/04/2007
Enviado por: Gustavo Pessino (Rio de Janeiro, RJ)
Características do carro: Monza SL 2.0 EFI, 1993, gasolina  + GNV

Dúvida: seria possível receber a tabela de identificação de defeitos através da luz de injeção EFI?

Resposta do consultor técnico Carlos Freire: Gustavo, a tabela com código de defeito na injeção eletrônica do Monza EFI é:

14 ou 15 - Sensor de temperatura - CTS
21 ou 22 - Sensor de posição da borboleta - TPS
24  --------- Sensor de velocidade - VSS
33 ou 34 - Sensor de pressão absoluta no coletor - MAP
35 --------- Erro no controle de marcha lenta - IAC
42 --------- Circuito do ponto eletrônico - EST
51 --------- Falha no módulo MENCAL
54 --------- Erro no ajuste da % de CO2
55 --------- Falha interna do ECM

Todo processo se inicia com a colocação de um jumper nos terminais A e B do conector de diagnóstico, localizado embaixo do porta-luvas. Depois de ter identificado os terminais A e B e de ter  feito o jumper, ao ligar-se a chave de ignição a lâmpada indicadora de anomalias no sistema de injeção, localizada no painel de instrumento,s começará a piscar. É justamente essas piscadas que iremos utilizar para descobrir qual o defeito gravado na memória RAM. As piscadas ocorrem numa seqüência lógica que vale para  todos os sistemas de injeção, cuja unidade de comando permite esta estratégia. Segue abaixo um exemplo:

PISCA, PISCA, PAUSA CURTA, PISCA, PISCA, PISCA, PISCA, PISCA, PAUSA LONGA

Observe que ocorreram duas piscadas e uma pausa curta. Em seguida mais cinco piscadas e uma pausa longa. As duas piscadas antes da pausa curta representa a dezena e as cinco piscadas após a pausa curta representa a unidade. Sendo assim, obtivemos o código 25.

Vamos a um outro exemplo:

PISCA, PISCA, PISCA, PAUSA CURTA, PISCA, PISCA, PAUSA LONGA

Creio que agora você já saiba qual o código de defeito. Se você pensou 32 está correto. Cada código é repetido 3 vezes até passar para o próximo código. Sendo assim, se tivermos os códigos 25 e 32 gravados a seqüência será:

PISCA, PAUSA CURTA, PISCA, PISCA, PAUSA LONGA
PISCA, PAUSA CURTA, PISCA, PISCA, PAUSA LONGA
PISCA, PAUSA CURTA, PISCA, PISCA, PAUSA LONGA
PISCA, PISCA, PAUSA CURTA, PISCA, PISCA, PISCA, PISCA, PISCA, PAUSA LONGA
PISCA, PISCA, PAUSA CURTA, PISCA, PISCA, PISCA, PISCA, PISCA, PAUSA LONGA
PISCA, PISCA, PAUSA CURTA, PISCA, PISCA, PISCA, PISCA, PISCA, PAUSA LONGA
PISCA, PISCA, PISCA, PAUSA CURTA, PISCA, PISCA, PAUSA LONGA
PISCA, PISCA, PISCA, PAUSA CURTA, PISCA, PISCA, PAUSA LONGA
PISCA, PISCA, PISCA, PAUSA CURTA, PISCA, PISCA, PAUSA LONGA

Veja que as seqüências de códigos foram: 12, 12, 12, 25, 25, 25, 32, 32, 32

Na linha GM o código 12 significa sem sinal de rotação. Como o motor vai estar parado no momento da verificação, esse código não é considerado defeito. Assim, caso o sistema não apresente nenhum defeito, somente o código 12 será apresentado. O sistema faz um looping, ou seja, assim que os códigos terminarem volta a se repetir novamente.

S.O.S. publicado em: 01/05/2005
Enviado por: João Luiz Morais Coutinho (Jacobina, BA)
Características do carro: Monza Class 2.0 EFI, 1993, gasolina

Dúvida: o meu Monza mantém acesa a luz da injeção eletrônica. Em recente check-up computadorizado constatou-se uma falha elétrica (código 42) e trocou-se a bobina do distribuidor. Não demorou e a luz voltou a acender e o carro engasgando próximo a 100 km/h. A bateria foi trocada anteriormente e poderia estar ocasionando este defeito? O módulo de ignição já foi substituído duas vezes, sendo que na última ocasião, devido a uma emergência, instalou-se um componente não-original.

Resposta do consultor técnico Carlos Freire: João Luiz, se a luz de anomalia está acendendo, significa que algo está errado, sendo que o código 42 indica problemas no sistema do ponto eletrônico (EST). Quando se passa o scanner na injeção não basta apenas verificar se acusou problemas ou sistema normal. Tem que checar sensor por sensor, para verificar se cada um está trabalhando corretamente. Um sensor defeituoso, chicote falhando ou falta de terra, poderá induzir a uma análise errada. A bateria não tem a ver com o defeito. Contudo, o chicote com falta de terra ou outra parte dele falhando (as vezes porque se movimentou) poderá ocasionar tais inconvenientes. Quando se troca o módulo HEI (dentro do distribuidor), é preciso colocar pasta térmica para evitar danos futuros. A pasta térmica ajuda a ter um melhor contato entre as peças e, assim, dissipará melhor o calor. É possível que o seu problema esteja relacionado a falta da pasta térmica entre o módulo e o distribuidor ou a existência de fuga de alta tensão (cabos de vela ou bobina, por exemplo) também poderá danificar o sistema elétrico. Para finalizar, procure sempre utilizar componentes originais ou do fabricante que os fornece à montadora. Somente assim terá certeza de um produto de qualidade e confiável.

 
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