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Os esclarecimentos abaixo são referentes à Elétrica - Bobina

 
S.O.S. publicado em: 11/04/2002
Enviado por: Cristiano Diogo (Contagem, MG)
Características do carro: Monza SL/E 2.0, 1989, álcool

Dúvida: a bobina do meu carro fica dando uns estalos, sendo que a mesma já foi substituída, assim como o jogo de cabo de vela. Outro dia, até tomei um choque na ponta central desta bobina.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Cristiano, a fuga de corrente que você menciona não quer dizer, necessariamente, um problema nos cabos de ignição ou mesmo da bobina. Algum ponto do sistema pode estar apresentando uma elevada resistência (ohms) e, por isso, a centelha descarrega no ponto de resistência mais baixa. Faça um teste no sistema de ignição: meça a resistência elétrica da tampa do distribuidor, rotor, cabos de ignição e velas. Faça também a medição da tensão de entrada na bobina que, caso esteja além do especificado, poderá provocar tais fugas.

S.O.S. publicado em: 12/07/2001
Enviado por: Fernando Martins (Rio de Janeiro, RJ)
Características do carro: Monza SL/E 2.0, 1989, gasolina

Dúvida: depois de algumas verificações, foi constatado que a bobina estava com baixa tensão. Para quebrar um galho, o mecânico puxou de um fio positivo uma ligação para o positivo da bobina, compensando a falta de tensão e melhorando a faisca das velas. Este mecânico disse o defeito poderia ser ou do fio de massa que vem do miolo da ignição até a bobina ou da prória peça em questão. Gostaria de saber qual é a especificação correta da bobina e a provável solução.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Fernando, a bobina correta para o seu carro é a Bosch de nº 9.220.081.067 que é uma KW-12V construída em carcaça de alumínio na cor vermelha e proporciona até 18.000 faíscas por minuto com a potência entre 28.000 a 34.000 volts. Esta bobina possui o enrolamento secundário com maior número de espiras para aumentar a tensão máxima e, para aumentar a oferta de número de faíscas por minuto, foi reduzida a quantidade de espiras do enrolamento primário, fazendo com que o campo magnético seja produzido mais rápido. Esse tempo foi reduzido para 5 ms. Porém, essa modificação no enrolamento primário acarretou a diminuição do valor de resistência desse mesmo enrolamento. Sendo o valor de resistência menor, a corrente no circuito primário será maior. Por exemplo: Tensão da bateria = 12V; Resistência do enrolamento primário = 1,5 ohms; 12V : 1,5ohms = 8A (ampéres). Sendo a corrente de 8A o dobro das demais bobinas de ignição, o enrolamento primário será percorrido por essa corrente mais elevada. A consequência disso será a "queima" prematura dos contatos do platinado quando é o caso e o aquecimento da bobina. Para evitar esses inconvenientes, deve ser instalado um resistor (resistência) para diminuir a corrente de 8A para 4A, cujo procedimento não é necessário no Monza, pois os veículos equipados originalmente com a bobina KW, o sistema de ignição já vem provido do resistor na forma de um fio resistivo. Esse fio resistivo (condutor), geralmente feito de níquel-cromo, está instalado entre a chave de ignição e o borne 15 (positivo) da bobina de ignição. O resistor instalado em série com o primário da bobina de ignição terá o seu valor de resistência adicionado ao valor de resistência do enrolamento primário. Portanto, se temos a bobina KW com o valor de resistência do enrolamento primário em torno de 1,5 ohms mais a resistência do fio resistivo também de 1,5 ohms, temos o valor total de resistência de 3 ohms. 12V : 3ohms = 4A. Com 3 ohms de resistência do primário e a tensão da bateria de 12V, a corrente será novamente de 4A. Para testar o fio resistivo, tomamos os seguintes procedimentos: 1) instalar o voltímetro com o positivo no borne 15 da bobina e o negativo no massa do veículo; 2) com a chave de ignição ligada, medir a tensão de alimentação no borne 15 (positivo) da bobina; 3) se a tensão for igual à da bateria, 12 volts, o veículo não possui o resistor; 4) se a tensão for entre 7... 9 volts, existe resistor no circuito. O que deve estar acontecendo no seu carro é algum problema no fio resistivo e, com os testes acima, com certeza você poderá detectar o defeito. A sua substituição é muito simples e também não é uma peça cara, podendo ser encontrada somente nas concessionárias.

S.O.S. publicado em: 03/05/2001
Enviado por: Marcos Cruz (Rio de Janeiro, RJ)
Características do carro: Monza Club 2.0 EFI, 1994, gasolina

Dúvida: sem nenhuma lógica o carro não pega. O motor de arranque vira muito bem, mas não dá a partida. Observei que quando isto ocorre não sai corrente da bobina. Do mesmo modo que não pega, algumas horas depois pega de primeira, como se nada tivesse ocorrido.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Marcos, na verdade, me falta alguns dados para uma melhor análise. No entanto, posso lhe adiantar que existem duas possibilidades: a primeira de que seja o módulo de ignição. A melhor forma de experimentar seria substituindo-o por outro no momento em que o problema ocorrer, não necessitando ser por outro do Monza. Para efeito de teste, pode ser de qualquer outro veículo que tenha conector elétrico idêntico. A segunda hipótese é quando o carro não pega por falta de centelhamento _quando o motor estiver quente. Nesta situação, existe a possibilidade de a bobina do impulsor, que se aloja no interior do distribuidor, tenha em seu enrolamento algum fio partido. A bobina do impulsor não passa de um eletroimã que, com o aquecimento e a sua consequente dilatação, as pontas do fio partido se afastam, perdendo totalmente o contato e, por consequência, desligando o eletroimã, retornando o contato assim que este esfriar e os fios se juntarem novamente. Para se efetuar o teste, basta medir a resistência elétrica da bobina do impulsor quando este estiver aquecido a uma temperatura superior a 80°C e este não deve ser superior a 1250 ohms.

 

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