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Os esclarecimentos abaixo são referentes à Câmbio automático

 
S.O.S. publicado em: 12/05/2010
Enviado por: Claudivino Macedo (Sorocaba, SP)
Características do carro: Monza Classic SE 2.0 EFI, 1991, gasolina

Dúvida: o meu Monza é equipado com câmbio automático e está passando água do radiador para o câmbio. Como proceder?

Resposta do consultor técnico Carlos Freire: Claudivino, nessa condição evite funcionar o carro e procure urgentemente um reparador (mecânico) de ocnfiança. É provável que as seções do radiador entre líquido de arrefecimento e óleo de câmbio devem ter furado. O reparador deverá: fazer limpeza no sistema de arrefecimento; depois adicionar aditivo e água na proporção recomendada na embalagem do aditivo; remover todo o óleo do câmbio automático, inclusive do conversor de torque; trocar o filtro e recolocar óleo novo.

S.O.S. publicado em: 08/06/2007
Enviado por: Tiago de Oliveira (Cordeirópolis, SP)
Características do carro: Monza SL/E 2.0, 1988, gasolina

Dúvida: gostaria de saber quantos litros de óleo vai na transmissão automática.

Resposta do consultor técnico Carlos Freire: Tiago, transmissão automática do Monza é HMD 3T40. Tipo de lubrificante: óleo Dexron II e deve ser verificado a cada 10.000 km e substituido a cada 40.000 km ou dois anos (o que ocorrer primeiro). A capacidade de abastecimento é de 8,5 litros com conversor de torque e 6,6 litros sem o conversor de torque. O nível do óleo deve ser verificado em terreno plano e nivelado, com alavanca de mudança na posição "P", e o motor   funcionando em marcha lenta. Para a troca de óleo, é preciso remover o carter da caixa de marchas; sem o carter, o filtro fica visível. Como o conversor de torque e as válvulas internas retém muito óleo, na troca ele não é totalmente esgotado, ficando uma "boa quantidade" dentro da caixa. Ao remontar e repor o novo lubrificante complete com 3,8 litros, verifique o nível e complete mais se for necessário. Se o lubrificante estiver muito escuro ou velho, é recomendável repetir a troca e substituir o filtro, para que fique com a maior quantidade possível de lubrificante novo.

S.O.S. publicado em: 01/08/2005
Enviado por: Fabio Tadeu Montesano (Peruíbe, SP)
Características do carro: Monza Classic SE 2.0, 1990, gasolina

Dúvida: o meu carro possui câmbio automático e vem apresentando demora na mudança de marchas. Mecânicos disseram que basta trocar o cabo que o problema será resolvido _o conversor de marchas e os discos estão bons.

Resposta do consultor técnico Carlos Freire: Fábio, verifique a qualidade do óleo de câmbio, o qual pode estar muito velho e vencido (quilometragem alta). Dificuldade na mudança de marchas pode ser 
provocado por pouca pressão de óleo no sistema, ou seja, bomba de óleo fraca ou óleo com baixa qualidade.

S.O.S. publicado em: 28/06/2002
Enviado por: Pedro Camilo Maistro (Londrina, PR)
Características do carro: Monza SL/E 2.0, 1988, gasolina

Dúvida: o meu Monza possui câmbio automático e, ao sair pela manhã, quando o motor ainda se encontra frio, o câmbio tem um certa dificuldade ou demora para se engatar a marcha _estando na posição D. O meu mecânico me aconselhou a levar o veículo em uma casa especializada para uma análise mais precisa.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Pedro, o seu mecânico está certo mas, antes, verifique o nível de óleo com o motor quente, funcionando e com o câmbio na posição D, pois tudo indica que, nesta situção, está ocorrendo baixa pressão hidráulica no sistema. A maioria dos problemas de câmbio deste carro é ocasionada, justamente, pela falta da troca de óleo, a qual deve ser realizada a cada 20.000 km, assim como a substituição do filtro a cada 40.000 km. Existe ainda a possibilidade de, uma vez aberto, ser necessário refazer o conversor de torque e substituir os discos e a cinta e, neste caso, elevaria em muito o custo (aproximadamente R$ 2 mil). Por este motivo, peça um orçamento prévio para não se assustar depois.

S.O.S. publicado em: 11/04/2002
Enviado por: Renato Forest (Santo André, SP)
Características do carro: Monza SL/E, 1990, álcool

Dúvida: quero trocar meu carro com câmbio manual por um Monza com câmbio automático. Este equipamento é confiável ou requer reparos a todo momento?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Renato, o câmbio automático é bastante robusto e confiável e, até que enfim, o Brasil está se rendendo a este equipamento. Observe que nos Estados Unidos se um carro não for automático fatalmente terá problemas de mercado. O câmbio automático do Monza requer a troca do óleo a cada 20.000 km e a troca do filtro de óleo do câmbio a cada 40.000 km e, assim como a embreagem, necessita da substituição dos discos quando os mesmos se desgastarem.

S.O.S. publicado em: 17/10/2001
Enviado por: Antonio Neto (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza Classic SE 2.0 EFI, 1993, gasolina

Dúvida: meu carro, equipado com câmbio automático, está apresentando o seguinte defeito: após rodar uns 10 minutos a 80 km/h, quando paro o veículo ele morre. Ao ligá-lo, o funcionamento é normal mas, ao engatar a primeira marcha, ele morre novamente.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Antonio, o problema de o motor morrer até pode ser do câmbio. No entanto, a maior probabilidade é de que o defeito apresentado esteja no sistema de injeção eletrônica. Funcione o motor com o câmbio na posição drive e observe que, nesta situação, o motor deve ter pelo menos 800 rpm. Do contrário, com certeza, ele irá morrer. Uma outra hipótese é o motor de passo estar com o movimento lento, ou até mesmo travado, provocando exatamente os sintomas que você menciona.

S.O.S. publicado em: 04/10/2001
Enviado por: Leandro (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza Classic 2.0, 1988, álcool

Dúvida: há alguns dias percebi que o câmbio automático está "demorando" um pouco para realizar a troca das marchas pois, atualmente, as trocas estão sendo realizadas entre 3000 a 4000 RPM.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Leandro, este não é um serviço que possa ser realizado em casa. Na verdade, requer ferramentas específicas e um bom conhecimento do sistema. No seu caso, deve ser verificado a folga/regulagem do cabo que liga o carburador ao câmbio e, também, o óleo do câmbio quanto ao nível, viscosidade e pressão de trabalho.

S.O.S. publicado em: 06/09/2001
Enviado por: Juan Carlos (Bogotá, Colômbia)
Características do carro: Monza SL/E 1.8, 1987, gasolina

Dúvida: actualidad tengo un problema con mi Monza. Sucede que al estar sobre la 3ra. marcha/cambio se salta a neutro y no se mantiene, y sucede cuando desacelero el carro. es decir cuando voy a pasar de 3ra. a 2da. marcha.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: o problema da sua caixa de câmbio tem origem no desgaste excessivo das engrenagens da 2ª e 3ª marchas. No caso do Monza, não é possível frezar. A única possibilidade é a troca da engrenagem.

S.O.S. publicado em: 09/08/2001
Enviado por: Antonio Garcia (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza GLS 2.0 EFI, 1995, gasolina

Dúvida: o veículo, apesar de ter apenas 20.000 km originais, está com um problema no câmbio automático que, até o mês passado, não tinha. Enquanto o veículo está frio, o câmbio fica "travado" em primeira e só consegue mudar para a segunda marcha em alta rotação (4.000 RPM). Quando o câmbio esquenta, o  mesmo volta a funcionar normalmente. O nível do óleo está correto.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Antonio, o problema do seu câmbio me parece ser falta de pressão hidráulica ou do conversor de torque, o que somente poderia ser corrigido em oficina especializada. Verifique o nível de óleo a quente e com o motor em marcha lenta. Em todo caso, confira também a regulagem do cabo que liga o câmbio ao corpo de borboleta.

S.O.S. publicado em: 03/05/2001
Enviado por: Raphael (Salvador, BA)
Características do carro: Monza Classic SE 2.0, 1990, gasolina

Dúvida: para que serve um botão (grande) no fundo do acelerador? Será para dar mais potência ao motor nas ultrapasagens? Já tive vários Monzas, mas nunca um automático como este.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Raphael, poucas pessoas perceberam a existência deste botão. Ele tem como função travar o câmbio para que você possa acelerar o motor até altas rotações sem a troca de marcha, sempre que você pisar no acelerador até o fundo. Isso se faz necessário para uma condução esportiva.

S.O.S. publicado em: 03/05/2001
Enviado por: Ismael L. Rebello Jr. (Rio de Janeiro, RJ)
Características do carro: Monza Classic 2.0, 1989, gasolina

Dúvida: meu Monza possui câmbio automático. A sobremarcha mecânica, que é engrenada aos 60 km/h, solta com  frequência logo após ser engrenada.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: o problema do seu carro não deve ser exatamente do câmbio mas, sim, de um de seus componentes, mais exatamente o conversor de torque. Para a sua manutenção, você deverá procurar uma oficina especializada, não devendo tal serviço confiado a qualquer oficina, pois o mesmo requer técnicos capacitados, além dos recursos materiais.

S.O.S. publicado em: 03/05/2001
Enviado por: Erick Aniszewski (Nova Iguaçu, RJ)
Características do carro: Monza Classic SE 2.0, 1990, gasolina

Dúvida: equipado com câmbio automático, de uns para cá, o veículo começou a apresentar uma certa dificuldade para engrenar a marcha a ré e a terceira marcha, principalmente quando  o carro está frio ou na primeira vez que engreno a marcha depois de um tempo parado. Ao procurar oficinas especializadas fui informado de que o preço minimo do reparo da caixa de marchas seria de R$ 600. Possuo em minha casa uma caixa de mudanças manual e gostaria de saber o que seria mais vantajoso: colocar uma caixa de mudanças manual no veiculo ou consertar a caixa de mudanças automática? Pessoas entendidas no assunto me aconselharam a colocar o cambio manual, já que, além de gastar menos dinheiro, o veiculo com cambio manual seria mais valorizado, mais econômico e renderia muito mais em relação à potência e velocidade.

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Erick, creio que quem lhe aconselhou a mudar a caixa de câmbio automático para o manual nunca fez tal serviço pois, além do câmbio, muitas coisas devem ser mudadas como, por exemplo, o trambulador, a alavanca, o coxim, a embreagem, o conjunto de pedais etc... o que, com certeza, passaria dos R$ 3 mil. Se a sua opção for para o câmbio manual eu o aconselharia a trocar de carro, pois seria uma opção mais barata, fácil e você passaria a ter um carro original e não adaptado, além de que, no caso de troca, você pode financiar em diversas parcelas e a um juros baixos. Agora no seu caso, pode ser que o problema seja de óleo e/ou filtro de óleo, ou até mesmo de regulagem da cinta.

S.O.S. publicado em: 08/03/2001
Enviado por: Marcio Fortes (Rio de Janeiro, RJ)
Características do carro: Quantum GLSi 2000, 1993, gasolina

Dúvida: meu carro é equipado com câmbio automático. Quando tento dar a partida com o câmbio em alguma marcha que não seja N, ou P, o motor de arranque parece que não é acionado. Isso é normal? Como funciona esse sistema?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Márcio, por questão de segurança, é exatamente assim que funciona. Já imaginou o que aconteceria caso você ligasse o veículo com a marcha engatada? Na alavanca de câmbio existe uma chave que interrompe a ligação elétrica do motor de partida sempre que este estiver em qualquer posição que não seja o "P" ou "N". Esta estratégia de segurança não é particularidade da VW, mas em todos os carros equipados com câmbio automático.

S.O.S. publicado em: 05/01/2001
Enviado por: Márcio A.L. Alves (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza SL/E, 1985, álcool

Dúvida: meu Monza possui câmbio automático e tenho sempre algumas dúvidas quanto à manutenção deste equipamento. O nível de óleo verificado na vareta leva em conta o do conversor de torque? Caso haja um pequeno vazamento enquanto o carro estiver rodando, quanto pode vazar de oléo até que um problema mais sério possa acontecer com o câmbio? Há alguma tabela com os giros nos quais o motor faz a troca das marchas?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: Marcelo, a maioria dos problemas que vejo com o câmbio automático são provocados justamente pela falta de atenção no fluido do câmbio e, devido ao elevado custo de manutenção, é melhor não deixar vazar nada. A manutenção preventiva de um câmbio automático deve ser feita a cada 20.000 ou 30.000 km. Neste serviço há dois casos: na maioria dos carros troca-se o óleo e filtro de câmbio, além de limpar o cárter. Além disso, limpa-se um imã interno, um recurso usado para atrair as partículas metálicas em suspensão no óleo. Já para o restante dos casos, só se esgota o óleo pelo bujão, pois o cárter é lacrado e, em seu interior, há dois filtros (imãs de forma retangulares), que capturam as partículas metálicas provenientes do desgaste. Estes imãs internos não podem se limpos na troca do fluído. O nível medido na vareta considera o fluido contido no conversor de torque e, para medir, veja no manual do proprietário, pois alguns carros se mede o nível do câmbio com o motor em marcha lenta e outros com o motor parado (mas sempre com o lubrificante aquecido).

S.O.S. publicado em: 11/05/2000
Enviado por: Rodrigo S.L. dos Santos (Rio de Janeiro, RJ)
Características do carro: Monza Classic SE 2.0, 1990, gasolina

Dúvida: meu carro possui câmbio automatico e é excelente. Porém, a 100 km/h o conta-giros fica marcando 3. 500 RPM e, a 120 km/h, 4.000 RPM. Comparando com outros carros (de outras marcas e modelos) vejo que, na mesma velocidade, eles estão a uma rotação mais baixa. Gostaria de saber se está ocorrendo algum problema ou essas rotações são normais para o Monza. Se for normal, somente o carro com câmbio automático apresenta rotações tão elevadas ou, também, consta no manual?

Resposta do consultor técnico Luiz Yoshimura: esta rotação é considerada normal no seu carro. Observe que o câmbio que o equipa é um de três marchas, ao contrário dos carros de câmbio manual que, em geral, utilizam câmbio de cinco marchas. Os carros da GM mais atuais vem equipados com câmbio automático de quatro marchas. Atualmente, vemos, principalmente em carros importados, câmbio automático de cinco ou até mesmo de seis marchas. Mas sempre é bom verificar o estado e o nível do óleo e até mesmo a situação do conversor de torque, pois qualquer anomalia neles faz com que o mesmo dê a impressão de estar dirigindo um carro com a embreagem patinando, o que elevaria demais a rotação.

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