Volta para página inicial Conheça o Monza Clube do Brasil Participe do Clube Confira a agenda do Monza Clube Mapa do site A maior montadora do país Um marco na indústria automobilística Parceiros do Monza Clube Shopping Fale Conosco

..

Manutenção

 

S.O.S anteriores

 
S.O.S. publicado em: 15/11/2001
Enviado por: Fabio Romano (São Paulo, SP)
Características do carro: Daewoo Espero CD, 1997, gasolina

Dúvida: a injeção eletrônica já foi toda revisada, inclusive retirando-se o tanque de combustível para limpeza. No motor foram feitas algumas modificações, como o uso de uma polia regulável para enquadramento do comando, aumento da taxa de compressão para 10,0 :1 (originalmente era 8,8) e a instalação de um chip remapeado. Utilizo sempre a mesma gasolina (premium) e, realmente, o carro anda muito bem. Tudo isso, se não fosse um inconveniente: a ocorrência de oscilações no comportamento do motor, ou seja, o desempenho (as vezes excelente e, as vezes, fraco).

Resposta: Fábio, problemas intermitentes são os mais difíceis de serem resolvidos, principalmente quando não ocorrem enquanto o veículo está na oficina. Para isso, é preciso que o mecânico tenha um profundo conhecimento do sistema de injeção e do funcionamento dos demais sistemas do motor _são muitas as possibilidades. É provável que algum sensor como, por exemplo, o de temperatura da água do motor, de carga do motor ou, até mesmo, o de posição da borboleta esteja com algum defeito interno. Uma outra hipótese seria o chicote da injeção. Para descobrir o inconveniente, será necessário monitorar o funcionamento de cada um deles. Uma outra alternativa seria um eventual entupimento do escapamento ou do catalizador. Para verificar, basta soltar as respectivas peças. Não resolvendo, você poderá me procurar em minha oficina que, com certeza, poderei fazer um diagnóstico em seu veículo.

S.O.S. publicado em: 17/10/2001
Enviado por: Antonio Neto (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza Classic SE 2.0 EFI, 1993, gasolina

Dúvida: meu carro, equipado com câmbio automático, está apresentando o seguinte defeito: após rodar uns 10 minutos a 80 km/h, quando paro o veículo ele morre. Ao ligá-lo, o funcionamento é normal mas, ao engatar a primeira marcha, ele morre novamente. Um outro defeito apresentado está relacionado ao motor de arranque que, ainda, não sei como proceder em seu conserto.

Resposta: Antonio, o problema de o motor morrer até pode ser do câmbio. No entanto, a maior probabilidade é de que o defeito apresentado esteja no sistema de injeção eletrônica. Funcione o motor com o câmbio na posição drive e observe que, nesta situação, o motor deve ter pelo menos 800 rpm. Do contrário, com certeza, ele irá morrer. Uma outra hipótese é o motor de passo estar com o movimento lento, ou até mesmo travado, provocando exatamente os sintomas que você menciona. Referente ao motor de arranque, o que posso lhe adiantar é que não tem como prever um orçamento sem que o mesmo seja desmontado para análise de quais componentes estejam danificados e se os mesmos são passíveis de recuperação ou sendo necessário a sua substituição. Se você quer saber tudo de uma vez, antes de fazer qualquer manutenção, procure por uma oficina competente que, com certeza, a mesma poderá lhe passar um diagnóstico geral da real situação, inclusive com orçamento prévio. Eu diria que é bom se fazer tudo de uma vez para que seu carro fique em perfeitas condições de uso e de segurança mas, a manutenção preventiva você poderá realizar em partes, até mesmo para poder adequar-se às suas condições financeiras. Caso você venha a ter algum problema na escolha da oficina, ou até mesmo na execução dos serviços, me procure em minha oficina.

S.O.S. publicado em: 17/10/2001
Enviado por: Mario Luiz (São Paulo, SP)
Características do carro: Kadett GL 1.8 EFI, 1995, álcool

Dúvida: quando piso no acelerador bruscamente com o motor relativamente em baixa rotação, o carro engasga e, as vezes, a velocidade ate cai. Este defeito ocorre em todas as marchas, inclusive em primeira. Há algum tempo atrás ocorreu um vazamento na bomba d'agua, sendo que a mesma foi substituída. Agora, me disseram que a válvula termostática possa estar defeituosa.

Resposta: Mario, a água do radiador, além da função de troca de calor, também tem a finalidade de distribuir a temperatura por todo o motor de forma homogênea, sendo ela necessária para o aquecimento do coletor de admissão justamente para que não ocorra os engasgos que você menciona. Quando o nível de água está baixo, o primeiro lugar que falta o líquido é justamente nos dutos do coletor de admissão, fazendo com que o motor falhe em acelerações, reduza a potência e elevando demais o consumo de combustível. Muitas vezes o carro passa a falhar não pela falta de água, mas devido a ocorrência de algum entupimento nos dutos de água do coletor de admissão ou até mesmo um problema na válvula termostática, impedindo a circulação da água no coletor, evitando assim o seu aquecimento. Para se ter certeza, você deverá conferir se o coletor de admissão está tendo o aquecimento necessário. Esse tipo de falha também pode ser proveniente de ar no sistema de arrefecimento, o qual pode ter sido sangrado pela abertura do alojamento do sensor de temperatura d'agua. Neste caso, a água não cobre o sensor de temperatura d'água e fazendo com que o mesmo leia a temperatura errada. Uma outra possibilidade é a de o motor estar carbonizado ou a voltagem do bico injetor estar com o ajuste muito baixo ou até mesmo uma baixa pressão e vazão da bomba de combustível. Como são ítens que requerem conhecimento técnico e recursos para um bom diagnóstico, aconselho-o a procurar por uma boa oficina mecânica.

S.O.S. publicado em: 17/10/2001
Enviado por: Rafael Bruner (São Paulo, SP)
Características do carro: Omega CD 4.1, 1995, gasolina

Dúvida: o carro apresentava um alto consumo de 4 a 4,5 km/l na cidade e, raramente, o motor acelerava mantendo a marcha-lenta em 1500 rpm e, depois de um a dois minutos parava, acendendo a luz indicadora da injeção. Após verificação na concessionária, foi diagnosticado "falha no sensor da borboleta". Aparentemente, o sensor não foi trocado e, sendo assim, como poderia comprovar isso? O consumo ainda está alto na cidade (entre 5 a 6,5 km/l). Já na estrada, a média é de 10,5 km/l. Em virtude de sua quilometragem (85.000 km) seria aconselhável adicionar o aditivo B12 da Bhardall? E em relação aos cabos de velas da Accel 8,8 mm?

Resposta: Rafael, um conselho que dou a você e a todos os internautas: solicitar as peças substituidas e, também, uma rápida explicação sobre a função e o motivo que originou a necessidade da troca. Não aceite explicações como, por exemplo,  "a peça velha foi jogada fora". Neste caso não pague por ela, pois a peça até pode ser velha, mas ela lhe pertence, e o proprietário da oficina não tem o direito de se desfazer dela sem o seu consentimento. Em caso de dúvida, você pode procurar pelo Procon, cabendo, inclusive, à oficina todos os ônus decorrentes das provas de sua substituição. Você também não pode se prender à marca amarela demarcada em determinadas peças, mesmo porque ela pode ser o lacre da concessionária; eu mesmo adoto o lacre vermelho. Durante o diagnóstico, o computador pode acusar defeito em algum sensor como, no seu caso, o sensor da posição de borboleta. Mas isso não quer dizer que o mesmo tenha que ser trocado. O computador identifica a ramificação do sistema que apresenta ou apresentou algum problema, o que pode ser de mal contato no chicote elétrico, desregulagem ou até mesmo desligado (sem alimentação elétrica). A única forma de se ter certeza da sua substituição é removendo o sensor para poder observar se o seu aspecto é de uma peça nova ou não. O consumo que você menciona está dentro da normalidade. É possível uma melhora mas,  no entanto, vai depender de muitos outros fatores e também da forma de dirigir. O aditivo da Bhardall é muito bom. Eu, particularmente, prefiro e utilizo o aditivo da Autoplast, que é a base de teflon. Inclusive acabamos de fazer o desmonte para medição do motor de uma Elba que atualmente está com 180.000 km e utiliza tal aditivo desde 0 km. O que posso lhe dizer é que fiquei impressionado com o baixo nível de desgaste apresentado, estando o motor totalmente dentro das tolerâncias especificadas. Com relação aos cabos de velas, eu desaconselho totalmente a sua substituição, haja visto que os cabos originais são dimensionados para o sistema, assim como para não inteferir nos demais sistemas eletrônicos que equipam o seu veículo. A sua substituição também não traria benefício algum em relação à queima. Sendo assim, o melhor é manter a originalidade do seu veículo e evitando-se um gasto desnecessário.

S.O.S. publicado em: 04/10/2001
Enviado por: André Luis (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza SL/E, 1986, álcool

Dúvida: quando o carro está em movimento, o marcador de temperatura passa do meio e a ventoinha só vai ligar quando está chegando perto do vermelho .Quando ligo o carro e o deixo em marcha lenta, a ventoinha liga na posição normal. O relógio da carga da bateria também não está marcando corretamente, sendo que o regulador de voltagem já foi substituído.

Resposta: André, a elevada temperatura de trabalho do seu motor pode ser explicada por algum entupimento no radiador, o qual reduz, em muito, a sua capacidade de troca de calor, sendo necessário, para a sua solução do problema, a substituição do equipamento. Mas, antes de qualquer providência, faça uma verificação do estado geral da bomba d'água e junta do cabeçote. Com relação ao painel, faça uma medição de tensão da bateria para saber se o problema é no painel ou no alternador.

S.O.S. publicado em: 04/10/2001
Enviado por: Sidarta C. Palma
Características do carro: Monza SL 1.8 EFI, 1993

Dúvida: alguns problemas apresentados em meu Monza: quando o motor está trabalhando em marcha lenta, as vezes, tem oscilações. Existe um pequeno barulho na direção (pequenos estalos) e, quando o veículo está mais quente, o mesmo tende a aumentar. A geometria e balanceamento estão sempre em dia mas, mesmo assim, o veículo tem uma pequena tendência a "puxar" para a esquerda.

Resposta: Sidarta, em geral as oscilações de motor esporádicas tem origem no sistema de injeção ou de ignição. Procure uma boa oficina para executar um diagnóstico bastante minucioso e, também, para descarbonizar o motor que, com certeza, o problema será solucionado. Quanto à direção, você não menciona se a mesma é hidráulica ou não mas, caso seja mecãnica, dê uma olhada nas buchas e no desgaste da caixa de direção. No caso de ser hidráulica, já é mais complicado, podendo haver problemas nas válvulas, bomba ou até mesmo na própria caixa. Sendo assim, recomendo que procure por uma oficina especializada. Para resolver o problema de puxar para um dos lados, você deve procurar por uma oficina que faça alinhamento técnico para verificar possíveis desalinhamentos no conjunto da suspensão ou até mesmo de carroceria. Do contrário, um simples alinhamento de direção não resolverá.

S.O.S. publicado em: 04/10/2001
Enviado por: Ilson  Joel da Silva (Umuarama, PR)
Características do carro: Monza SL/E, 1991, álcool

Dúvida: o carro tem uma arrancada mais ou menos em 1ª e 2ª e 3ª marchas mas, ao trafegar em rodovias em 4ª e 5ª marchas o desempenho é muito fraco. Um dos "defeitos" que reparei está relacionado ao pedal do acelerador, o qual está com pouco curso.

Resposta: Ilson, trata-se de um problema muito simples. No entanto, eu vejo muitas oficinas quebrarem a cabeça com o desempenho do veículo mas não observam se o pedal do acelerador esta com o curso completo. Para verificar, retire a tampa da caixa do filtro de ar e observe se quando o pedal do acelerador estiver totalmente acionado, a borboleta aceleradora também está. Caso contrário, faça a regulagem no próprio cabo. Observe que no pedal do acelerador também tem um parafuso que limita a sua altura máxima.

S.O.S. publicado em: 04/10/2001
Enviado por: Antonio Marcio da Silva Oliveira (Rio de Janeiro, RJ)
Características do carro: Monza SL/E 1.8, 1987, álcool

Dúvida: realizei a troca do rolamento traseiro direito, o qual apresentava grande ruído e, após a substituição, constatei que o carro ficou desalinhado, puxando para a esquerda, desestabilizado e balançando a traseira para os lados ao se passar em desníveis na pista a partir dos 60km/h. Um mecanico me disse que se tratava de empenamento no eixo traseiro.

Resposta: Antonio, procure levar o seu carro à uma oficina especializada em alinhamento técnico para a constatação do problema. Até porque, dependendo do grau de empenamento (se houver), é possível recuperar a peça e evitando, assim, a sua troca.

S.O.S. publicado em: 04/10/2001
Enviado por: Wesley Silva (Ceilândia, DF)
Características do carro: Monza SL/E, 1984, gasolina

Dúvida: frequentemente, após rodar com meu carro por alguns dias, o mesmo começa a morrer quando não o estou acelerando. Percebi que o ocorrido é devido a um acúmulo de óleo no interior do suporte do filtro de ar, próximo à saída da mangueira do respiro da tampa de válvulas. Meu carro também tem soltado um pouco de fumaça branca imediatamente após ligá-lo (depois de uns dois dias parado).

Resposta: Wesley, tire a tampa de válvula do seu carro e promova a limpeza do respiro do motor, a qual poderá ser feita com gasolina. Fazendo isso, haverá uma boa redução da incidência do problema.
Mesmo assim, caso o inconveniente persista, será necessário uma avaliação de um mecânico. Quanto à queima de óleo durante a partida, ela é decorrente dos retentores de válvulas.

S.O.S. publicado em: 04/10/2001
Enviado por: Paulo Viante (Ponta Grossa, PR)
Características do carro: Monza GL 2.0 EFI, 1994, gasolina

Dúvida: meu Monza foi convertido para gasolina, sendo trocado o módulo da injeção e o cabeçote mas, infelizmente, apresenta um   desempenho ruim, pouca força e, também, carbonização e até encharcamento das velas _sem falar no consumo altíssimo.

Resposta: Paulo, para converter um Monza EFI a álcool para gasolina, é necessário, além de descomprimir o motor, a substituição do programa da injeção eletrônica (módulo), bico injetor, válvula termostática e velas de ignição. Creio que seja justamente esses três últimos itens a causa dos seus problemas, principalmente o bico injetor. O bico do motor a álcool possui uma maior capacidade de vazão e, como a injeção EFI do Monza não é dotada de sensor de oxigênio, o motor passa a funcionar com excesso de combustível.

S.O.S. publicado em: 04/10/2001
Enviado por: Jaime Schmidt (Petrópolis, RJ)
Características do carro: Monza Classic 2.0, 1987, álcool

Dúvida: o motor do meu carro está jogando óleo pela vareta. Um mecânico me informou que o anel de segmento está quebrado e, um outro profissional, disse que o problema está no suspiro do motor entupido.

Resposta: Jaime, a primeria providência é, sem dúvida, promover a limpeza do respiro do motor, pois só assim você poderá saber se a ventilação positiva do seu motor está normal. Se mesmo assim o problema continuar, mesmo que em menores proporções, com certeza você terá problemas de anéis em seu motor.

S.O.S. publicado em: 04/10/2001
Enviado por: Marcus Lima (Araraquara, SP)
Características do carro: Monza SLE, gasolina

Dúvida: tenho rodado em torno de 900 km por semana, principalmente por estradas. Por este motivo, gostaria de saber se compensaria fazer a conversão do motor de meu carro para álcool, assim como o custo de uma conversão bem feita.

Resposta: Marcus, na verdade, não vejo nenhuma vantagem em converter o carro movido à gasolina para álcool, pois você irá gastar dinheiro para desvalorizar o seu veículo. Até porque, o valor comercial de um carro a álcool é inferior ao do carro a gasolina sendo, a melhor opção, a aquisição de um carro a álcool e, ainda, podendo lhe sobrar algum dinheiro numa eventual troca. Agora, caso a sua preocupação for realmente com o consumo, pense na hipótese de converter o seu carro para gás natural. O custo aproximado será de R$ 2.300, obtendo um melhor resultado em relação ao consumo. Além do que, o investimento poderá ser recuperado na hora da venda do veículo.

S.O.S. publicado em: 04/10/2001
Enviado por: Osmar Barbosa (Rio das Pedras, SP)
Características do carro: Monza Club 2.0 EFI, 1994, álcool

Dúvida: o meu carro começou a apresentar um ruído estranho no motor. Levei-o a um mecânico pensando que fosse apenas uma regulagem de válvulas. Depois de um rápido teste, foi constatato que o comando de válvulas estava gasto e precisaria ser substituído. Um outro defeito apresentado está na roda dianteira esquerda: sempre que passo por ruas irregulares, e cheias de buracos, escuto um barulho estranho como se tudo estivesse solto. As buchas da barra de direção já foram trocadas, mas o barulho persiste.

Resposta: Osmar, o Monza adota um sistema de tuchos hidráulicos nas válvulas justamente por se tratar de um sistema moderno que não requer manutenção, regulagem e, também, é muito mais silencioso. Atualmente, este sistema é adotado pela maioria das montadoras. Para o seu perfeito funcionamento é necessário que o sistema de lubrificação esteja em ordem. Do contrário, como acontece com o seu veículo, a falha na lubrificação provoca um desgaste excessivo no comando de válvulas e ocasionando tais barulhos. Para a solução, é necessário que se substitua o comando, os balancins e as escoras (pastilhas) e, para evitar a ocorrência do problema novamente, faça a limpeza do cárter e do pescador da bomba de óleo. Este fato acontece muito nos Monzas devido à carbonização do motor (leia sobre o assunto na seção "Faça Fácil" do Monza Clube). Em relação à roda dianteira, o melhor a se fazer é levantar o carro e examinar, cuidadosamente, cada peça da suspensão, direção e do trem de força.

S.O.S. publicado em: 06/09/2001
Enviado por: André Costa de Oliveira (Curitiba, PR)
Características do carro: Monza GLS 2.0 EFI, 1994, álcool

Dúvida: recentemente, troquei o radiador original, que estava furado, por um modelo um pouco maior e com dois dutos em paralelo de cima a baixo. Só que, agora, o carro está esquentando demais em trânsito lento, chegando a perder muita força, além de estar sendo necessário se repor água no sistema. Outra dúvida: qual o procedimento para a instalação de uma bateria adicional, a qual será utilizada para o som do veículo.

Resposta: André, você não mencionou, mas espero que não tenha utilizado um radiador recondicionado ou usado pois, neste caso, é muito comum ocorrerem problemas. Mas, supondo que o problema não seja do radiador, você deverá procurar uma oficina para fazer um teste de vazão. A necessidade de recolocação constante de água demonstra que, em algum ponto do seu motor, existe um vazamento, podendo, inclusive, ser pela junta do cabeçote. Observe que a falta de água no sistema de arrefecimento faz com que o coletor de admissão trabalhe sem o seu aquecimento, necessário principalmente nos carros a álcool, motivo pelo qual você perde a resposta do motor em aceleração, reduzindo o seu desempenho, com considerável elevação de consumo e a consequente elevação de temperatura de trabalho do motor. Recomendo que procure pela Mecânica Modelo (0xx41) 335-8688 ou (0xx41) 9991-2046 e procure falar com o Edson. Em relação à adaptação da bateria adicional, na minha opinião, o melhor lugar para a instalação seja no porta-malas. Mas tome o cuidado ao fazer a ligação. Puxe os cabos por baixo do carro e ligue o positivo da bateria original com o positivo da bateria adicional, fazendo o mesmo com o cabo negativo. Tome este cuidado de ligar em paralelo, pois a sua ligação em série torna a voltagem em 24 volts, trazendo danos ao sistema elétrico.

S.O.S. publicado em: 06/09/2001
Enviado por: Dennis Fernandes (Canoinhas, SC)
Características do carro: Monza

Dúvida: o que poderia estar acontecendo com o meu relógio digital: ao desligar a chave de ignição, apaga-se tanto o relógio como a memória; ao ligar o veículo, o relógio não acende, mas a memória é alimentada; quando ligo os faróis com a chave ligada, o relógio funciona e, ao ligar os faróis com a chave desligada, nada acontece. Vi que existem quatro fios no relógio e gostaria de saber como identificá-los. O que poderia ser feito para reduzir barulhos no interior do veículo? A última dúvida está relacionada aos cuidados que devo tomar ao lavar o motor.

Resposta: Dennis, o relógio digital do seu carro possui um conector elétrico com quatro fios que são os seguintes: 31 - fio terra; 58 - iluminação: tensão positiva sempre que ligar lanterna/farol, responsável pela redução da iluminação do display; 15 - chave de ignição: positivo sempre que a chave de ignição estiver ligada, responsável pela iluminação forte do display; 30 - positivo direto da bateria: tensão positiva constante, para a manutenção da memória. Observe também se, quando liga, o display apresenta a condição de 10:00 horas. Caso positivo, indica defeito em sua placa, sendo necessário a sua substituição. Para reduzir o barulho interno, além de um providencial reaperto geral, você pode utilizar-se de cola quente, silicone, massa de calafetar (para poder calçar) e, também, as placas anti-ruídos, vendidas nas concessionárias Volkswagen. Outra dica interessante que você poderá encontrar nas boas casas de materiais de construção, é o plástico moldável em água quente e o spray expansível para a fixação de portas, que considero muito útil neste trabalho. A melhor forma de lavar o motor é com água quente e sabão neutro. Nada de utilizar produtos químicos e, principalmente, solupam, que acaba com a galvanização das peças metálicas. Nunca pulverizar com óleo pois, além de empoeirar com mais facilidade, o óleo ataca as borrachas de vedação, isolamento e de água. Caso esteja muito sujo e engordurado, você pode utilizar um Auto Cleaning Spray da Autoplast que, em virtude de não possuir solvente, é muito seguro na utilização de remoção de sujeira _inclusive de piche na pintura do seu veículo.

S.O.S. publicado em: 06/09/2001
Enviado por: Vagner Barreto (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza SL/E 2.0, 1991, álcool

Dúvida: comprei esse carro no começo do ano e, infelizmente, ele vem apresentando defeitos em cima de defeitos. Primeiramente foi a polia do virabrequim que quebrou. Troquei a polia na mecânica mais próxima de onde estava e o mecânico acabou não vendo que a capa de plástico, que cobre a correia dentada, foi corroída pela polia quebrada e um pedaço deste plástico acabou entrando no meio da correia e quebrando todos os balancins. Anteriormente a isso, eu me intrometi a trocar a água do radiador para colocar aditivo e, por falta de conhecimento, não tirei o ar que ficou no sistema. Não sei por que, o óleo do motor está sumindo do cárter e a água do radiador está se apresentado com óleo. Porém, o óleo não se mistura com água no cárter.

Resposta: Vagner, pela descrição, creio que o problema seja de empenamento do cabeçote mas, também, não convém apenas retirar o cabeçote e plainar. Isso porque, em virtude da idade do carro e, provavelmente, pelo fato de o motor ter fervido, é bom que se verifique as guias de válvulas e os retentores também. É possível de se fazer um diagnóstico e, para isso, existe um aparelho de teste que nada mais é do que um manômetro acoplado à tampa da câmara de expansão, o qual permite analisar a elevação da pressão do sistema durante o seu funcionamento. Este teste não mostra exatamente se o problema é de cabeçote ou bloco mas, pela minha experiência, posso lhe afirmar que se trata de cabeçote (a possibilidade de ser um defeito no bloco do motor é muito remota). Caso seja do seu interesse, me procure na Yoshimura Auto Technik que terei o maior prazer em lhe fazer este teste.

S.O.S. publicado em: 06/09/2001
Enviado por: Frederico dos Santos Selva (Rio de Janeiro, RJ)
Características do carro: Monza SL/E, 1985, álcool

Dúvida: o indicador do combustível do carro sobe ao colocar combustível e, às vezes, desce ao início da reserva e, quando religo o carro, ele volta a marcar normalmente. A bóia já foi trocada, assim como a limpeza do tanque. Em relação ao conta-giros, às vezes, fica "pulando", mas a rotação do motor está normal.

Resposta: Frederico, faça alguns testes em seu carro. Em primeiro lugar, com o carro parado e funcionando, balance-o pela porta e verifique se o ponteiro do marcador de combustível balança (ou procure se lembrar se ele balança numa curva, numa lombada ou até mesmo numa arrancada ou freada). Caso positivo, você terá que fazer a substituição do marcador. Caso negativo, certamente o problema estará na bóia. Substitua mas, desta vez, utilize da marca Siemens (que é o equipamento original do carro). Sei que no Rio a mais encontrada é a marca Indebrás mas, particularmente, não gosto do flutuador utilizado por esta marca. A respeito do RPM, é provável que o seu carro tem, ou já teve, algum problema no regulador de voltagem do alternador que, se prejudicado, pode provocar alguns picos de voltagens, prejudicando, assim, a placa da memória do contagiros. Faça uma verificação no fio verde da bobina de ignição (borne 1) que informa a rotação para a placa da memória. Caso não se verifique nenhum defeito, você terá que procurar uma oficina especializada para o reparo da placa.

S.O.S. publicado em: 06/09/2001
Enviado por: Marcos Roque (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza SL/E 1.8, 1986, álcool

Dúvida: recentemente, o motor do meu carro travou. Mesmo sabendo que tanto o óleo com a água do sistema de arrefecimento estavam em seus níveis, o que poderá ter ocorrido?

Resposta: Marcos, um motor trava apenas quando ocorre um superaquecimento e/ou falha na lubrificação.
Muitas vezes você pode achar que o nível e a viscosidade do óleo estavam em condições normais, mas pode acontecer um defeito na bomba de óleo, o pescador estando parcialmente entupido pela carbonização, e reduzindo a pressão do sistema. Tenho visto muito incidente deste tipo, principalmente quando se utiliza muito o óleo sintético. Para obter maiores informações, verifique a seção "Faça Fácil" (carbonização do motor) no Monza Clube.

S.O.S. publicado em: 06/09/2001
Enviado por: Rafael (São Paulo, SP)
Características do carro: Omega CD 4.1, 1995, gasolina

Dúvida: quando o motor ainda está frio, ele apresenta uma trepidação, tende a falhar e a rotação do mesmo cai e, após a limpeza do bico injetor, o consumo do veículo aumentou. Quanto ao câmbio, ao sair com o carro ainda frio, o engate da segunda marcha tende a ser um pouco mais duro e, ao engatar a ré, percebo um barulho no diferencial. Também já tivemos um Monza Classic, mas o mesmo teve de ser vendido por um problema na injeção, ou seja, consumia demais e a eventual solução não foi encontrada mas, atualmente, estou pretendo adquirir outro modelo igual a esse e gostaria de saber se ainda é possível encontrar os componentes da injeção eletrônica numa eventual necessidade.

Resposta: Rafael, a falha na fase fria pode ser provocada por algum problema no sistema de injeção eletrônica, o qual não consegue se adaptar à baixa temperatura ou até mesmo por problema de carbonização do motor _que não permite um bom fluxo de ar e, também, um bom assentamento das válvulas, provocando a sensação de que o carro funciona com falta de combustível. Estes mesmos problemas também podem elevar o consumo de combustível e, no seu caso, deve-se observar possíveis vazamentos na parte dianteira do escapamento, isto é, entre o motor e o catalizador, pois qualquer entrada falsa de ar provocará uma falsa leitura no sensor de oxigênio, fazendo com que o módulo sempre interprete que a mistura está pobre, provocando o seu enriquecimento e, por consequência, elevando o consumo. Vale a pena mencionar que a limpeza de bico injetor no lugar quase sempre é eficiente, mas não resolve quando nele existir qualquer partícula sólida. Neste caso, somente a sua retirada e limpeza com retro-lavagem resolveria. Outro particular é quanto à vazão e estanqueidade dos bicos, não sendo possível testá-las com o bico injetor no lugar e sem equipamento adequado. Com relação ao engate, creio que com uma boa verificação do lubrificante resolve o problema, melhor ainda se utilizar também o LCA90 da Autoplast, que foi desenvolvido para este fim e quanto ao barulho no diferencial não vejo problemas. O Monza Classic é equipado com o sistema de injeção analógica e por isso não tem como fazer um diagnóstico com "scaner" o que exige muito conhecimento e total atenção por parte do mecânico para uma perfeita revisão do sistema.  É comum muitos problemas neste sistema, provocado por mal contato elétrico no chicote, sensores e aterramento. Tome o cuidado para que todos os ítens sejam testados, só assim você tera um carro com um bom funcionamento e ainda é possível adquirir todas as peças de injeção deste veículo.

S.O.S. publicado em: 06/09/2001
Enviado por: Adeilton Fraga (Brasília, DF)
Características do carro: Monza SL/E 2.0 EFI, 1992, gasolina

Dúvida: é possível instalar o motor 2.0 16V do Vectra em meu veículo? Em relação às velas de 4 eletrodos, elas realmente otimizam o consumo do carro.

Resposta: Adeilton, eu, particularmente, nunca ví tal adaptação mas, pelas características mecânicas, creio que seja perfeitamente possível. Mas vai esbarrar num grande problema: o custo, ou seja, a  aquisição do motor (que deverá ser completo, inclusive com o chicote e o módulo de injeção eletrônica). Vencido este "problema", a próxima etapa será encontrar um mecânico caprichoso o suficiente para lhe fazer um bom trabalho. Teoricamente, as velas de 4 eletrodos otimizam a queima mas, na prática, eu não creio em grandes resultados.

S.O.S. publicado em: 06/09/2001
Enviado por: José Mauro França Cardoso (Brasília, DF)
Características do carro: Monza Classic SE, 1989, gasolina

Dúvida: o computador de bordo está apontando valores absurdos. É possível algum tipo de regulagem no equipamento? Ou só trocando-o? Uma outra dúvida está relacionada ao consumo: após uma viagem ao litoral, o veículo passou a fazer uma média de 8 kml na cidade e, mesmo após uma regulagem, não surtiu muito efeito.

Resposta: para o computador de bordo do seu carro não existe calibração e nem regulagem. Na verdade, deverá ser feita uma análise no sistema para que, então, possa determinar a causa do problema. Solução: algum reparo no chicote, substituição de algum sensor ou, até  mesmo, a aquisição de um computador novo.Com o nosso atual combustível, o consumo de 8 km/l na cidade é considerado muito bom. Não se esqueça das alterações que o nosso combustível vem sofrendo como o aumento da proporção de álcool reduzindo, assim, o seu poder energético.

S.O.S. publicado em: 06/09/2001
Enviado por: Anderley Corsini Rocha (Belo Horizonte, MG)
Características do carro: Monza SL/E 2.0 EFI, 1991, álcool

Dúvida: este meu Monza não possui um bujão igual ao meu Monza anterior (ano 84) para que se pudesse
retirar o eixo piloto sem a nessecidade de descer o câmbio. Caso retire a tampa lateral inteira, será possível sacar o eixo pitoto? Outra dúvida: após a troca dos batentes dos amortecedores dianteiros, pois me venderam os batentes de outro modelo (maior), os mesmos estouraram. Após realizar novamente a troca, desta vez por um batente menor, o problema não retornou. Este procedimento está correto?

Resposta: Anderley, o Monza atual não possui mais esse bujão e, para tanto, você deverá retirar a tampa lateral para, então, remover o eixo piloto da mesma forma que no câmbio anterior. A aplicação de peças corretas é sempre um problema quando o carro é do ano da mudança de modelo. Por isso, você deve verificar, em primeiro lugar, se a peça é compatível com o resto do conjunto de suspensão. Provavelmente a que você está utilizando agora é a peça correta.

S.O.S. publicado em: 09/08/2001
Enviado por: José Ricardo Passos Filho (Petrópolis, RJ)
Características do carro: Monza Hatch, 1983, gasolina

Dúvida: a bóia do tanque de combustível quebrou. Após a troca por uma peça nova, o marcador do painel só marca tanque cheio. Com a bóia fora do lugar, e movendo a haste da mesma manualmente, o marcador chega a, no mínimo, meio tanque.

Resposta: José Ricardo, o problema do seu carro está na aplicação da peça errada. Na verdade, a peça correta há muito não é encontrada nas concessionárias. Peça para que a concessionária, onde você adquiriu a respectiva bóia, a substitua ou, pelo menos, que aceite de volta. O único lugar que sei que possui esta bóia em estoque é na JR Velocímetros, localizada na av. Goiás, 2536, bairro Barcelona, São Caetano do Sul (SP), tel. (0xx11) 4221-7706 e 4221-6993, falar com Rogério.

S.O.S. publicado em: 09/08/2001
Enviado por: ShaoLin JiangHu (Rio de Janeiro, RJ)
Características do carro: Monza Hatch, 1982, gasolina

Dúvida: posso aproveitar o motor de meu veículo (1.6), a caixa de marchas e o sistema de freios em quais versões do Kadett? Estou interessado em adquirir um Kadett de um leilão de seguradoras, o qual está sem motor e caixa de marchas.

Resposta: na verdade o que você pode aproveitar de um carro para o outro é basicamente o motor e o câmbio. No entanto, o Kadett vai ficar com desempenho inferior ao original, pois o mesmo vem equipado com motor 1.8 ou 2.0. Creio que a melhor opção é vender o Monza e, com o recurso financeiro, comprar um motor e câmbio original do Kadett que, ainda por cima, poderá ser com injeção eletrônica.

S.O.S. publicado em: 09/08/2001
Enviado por: Luiz Alberto Carneiro (Balneário Camboriú, SC)
Características do carro: Monza GL 2.0 EFI, 1994, álcool

Dúvida: inicialmente, gostaria de parabenizá-lo, pois suas dicas são de grande ajuda a todos nós, proprietários de veículos. Pretendo instalar em meu carro uma coluna de direção escamoteável e uma direção hidráulica. Como vou procurar as peças em desmanches, devido o custo, gostaria que você me indicasse quais peças a serem adquiridas e uma base de custo.

Resposta: saudações amigo Luiz e muito obrigado. Em nossa oficina, instalamos o kit de direção hidráulica da marca DHB, que é um kit 100% original e não requer nenhuma adaptação. O custo do kit é de R$ 780,00 e a mão-de-obra de instalação de R$ 170,00 _total de R$ 950,00. Para se comprar um kit usado é preciso ter algum cuidado, principalmente quanto à garantia da peça. Observe que em desmanche a garantia se limita a devolver o dinheiro pois nem sempre possuem a referida peça para substituição. O custo do kit usado e em bom estado não deve ser superior a 50% do kit novo e, no caso da direção escamoteável, não tenho os custos, mas posso lhe adiantar que você deve pechinchar muito, pois não se trata de uma peça com grande procura. Para a instalação da direção escamoteável, basta que você adquira a coluna juntamente com o sistema de fixação.

S.O.S. publicado em: 09/08/2001
Enviado por: Alexsandro Souza (Belo Horizonte, MG)
Características do carro: Monza SL/E 2.0, 1990, gasolina

Dúvida: existe algum tipo de jogo de reparo que possa sanar a folga que se encontra na caixa de direção do meu Monza? A solução dada por um mecânico foi a troca da caixa completa. É confiável esta avaliação, mesmo que a folga seja mínima?

Resposta: Alexsandro, a folga na caixa de direção não tem outra solução senão a troca da mesma. Você diz que a folga é mínima, mas sem quantificar não tenho como avaliar. Você também não mencionou se é mecânica ou hidráulica mas, no caso de direção mecânica, você pode procurar por casas que instalam direção hidráulica que, em geral, eles possuem muitas caixas mecânicas usadas praticamente novas, ou seja, de carros que substituem o sistema e, com certeza, também terão a caixa de direção hidráulica num preço muito melhor.

S.O.S. publicado em: 09/08/2001
Enviado por: Müller Luiz Fabrizio (Fartura, SP)
Características do carro: Monza Club 2.0 EFI, 1994, álcool

Dúvida: gostaria de obter informações a respeito da descarbonização de motor, ou seja, quando há necessidade de se fazer isto e quais os benefícios ao motor do veículo.

Resposta: Müller, a descarbonização é bom que seja feita com a mesma frequência que se troca o óleo, principalmente quando se enquadra nos casos de utilização severa, conforme o Manual do Proprietário no que se refere a lubrificação. A carbonização obstrui a passagem do ar admitido e também os dutos de óleo lubrificante, reduzindo desta forma a potência e a lubrificação do motor. Reduzindo também consideravelmente a vida útil. Para maiores informações acesse o site www.autoplast.com.br ou entre em contato com o sr. Arnaldo Hashimoto (0xx11) 9965-6070, que é bem possível que ele tenha agendado para a sua cidade uma palestra sobre carbonização. Caso não tenha, organize você mesmo: forme um grupo de mecânicos e solicite a presença do sr. Arnaldo.

S.O.S. publicado em: 09/08/2001
Enviado por: Sérgio José Ongaratto Júnior (Governador Valadares, MG)
Características do carro: Chevette Hatch SL, 1980, gasolina

Dúvida: o ponteiro do velocimetro fica tremendo e "pulando" de uma posição para outra e, com isso, não permitindo uma leitura precisa. O problema pode estar relacionado ao cabo?

Resposta: Sérgio, até existe a possibilidade de ser o cabo do velocimetro, mas a maior tendência é de que seja o próprio instrumento, pois o seu ponteiro é ligado a um elemento capilar que, se estiver com defeito, poderá provocar as oscilações do ponteiro.

S.O.S. publicado em: 09/08/2001
Enviado por: Evandro Fraga (Campinas, SP)
Características do carro: Monza SL/E 2.0, 1988, álcool

Dúvida: tenho este meu Monza há quase 3 anos e, desde que o comprei, ele apresenta um barulho parecido com "batida de válvulas", mas apenas em uma situação: entre 2200 a 2700 RPM e com o ponteiro do econômetro na horizontal (no meio da escala). Nesta situação, se eu pisar no acelerador de uma só vez, o ponteiro do econômetro sobe e o barulho desaparece. Seria um problema no avanço do distribuidor?

Resposta: Evandro, é um tanto difícil de se avaliar pura e simplesmente sem antes saber se o barulho é de detonação ou é barulho mecânico. Assim sendo, solicito que procure a oficina Tag Com. de Peças e Serviços, localizada à av. Marechal Rondon, 2218, tel. (0xx19) 3243-1588, falar com Luiz Alberto, o qual poderá lhe fazer um diagnóstico mais preciso.

S.O.S. publicado em: 09/08/2001
Enviado por: Cristiano Ribeiro
Características do carro: Monza SL/E 2.0, 1988, gasolina

Dúvida: meu Monza foi convertido para gasolina. O senhor Informou, em um das respostas no site, que se o carro a gasolina utilizar o distribuidor do carro a álcool haverá uma perda considerável de potência. Sendo assim, como posso saber se meu distrbuidor ainda é do carro a álcool? Quais seriam as prováveis causas para a falta de rendimento de meu veículo? Também gostaria de obter o esquema elétrico para uma correção no ar-condicionado, além de saber se a utilização de rodas aro 15 traria alguma vantagem.

Resposta: Cristiano, para saber se o distribuidor que equipa o seu carro tem a aplicação correta, só é possível conferindo o número gravado em seu corpo.

9 230 087 051 - Monza 1.8, álcool, 01.84 a 08.86
9 230 087 097 - Monza/Kadett 1.8, álcool, 01.86
9 230 087 106 - Monza 2.0, gasolina, 10.86 a 04.97
9 230 087 132 - Kadett 1.8, gasolina, 05.89

A utilização de distribuidor de carro a álcool no carro a gasolina reduz muito a potência em alta e, para amenizar o inconveniente, você poderia adiantar a regulagem do ponto inicial de ignição. O esquema elétrico você pode obter junto ao Senai, tel. (0xx11) 6163-6857, falar com Ana Paula ou Regina, a qual poderá lhe enviar uma cópia por Sedex. Quanto a utilização das rodas de aro 15, tem a vantagem de melhorar a estabilidade em curvas, visto que um pneu de perfil baixo, deforma muito menos quando extremamente exigido, em compensão reduz sensivelmente o conforto do veículo, pois o perfil baixo não absorve todas as imperfeições do solo, transmitindo grande parte à carroceria.

S.O.S. publicado em: 09/08/2001
Enviado por: Jean Conradi Antunes (Agrolândia, SC)
Características do carro: Monza SL/E 1.8, 1989, álcool

Dúvida: o Monza começou a gastar água, mas não haviam vazamentos. No começo era pouco mas foi aumentando e, depois, constatei que as velas apresentavam ferrugem e o óleo um pouco contaminado pela água. Solução: leve plainamento no cabeçote e troca das respectivas juntas e velas. Resultado: ficou ótimo! Após isso, o radiador também apresentou vazamento, trocando-o em seguida, assim como todas as mangueiras. Atualmente, ao enfrentar um engarramento, por exemplo, o sistema de arrefecimento começa a, novamente, vazar água, sendo que a ventoinha funciona normalmente, mas não utilizo nenhum tipo de aditivo. Outro problema: estando o motor em marcha-lenta, caso pise de vez no acelerador, o giro sobe rápido e sem falhas. Do contrário (acelerando normalmente) a rotação do motor tem uma certa queda, subindo em seguida e dando uma engasgada.

Resposta: Jean, de acordo com a descrição do problema, creio que, agora, o inconveniente esteja na tampa da câmara de expansão, mas não se espante se, a qualquer momento, apareça vazamento na bomba d'água, pois a falta de uso do aditivo provoca o desgaste excessivo do eixo da bomba. Com relação à falha de aceleração, é muito provável que o problema esteja no carburador. Faça uma revisão completa. Mas tome o cuidado para que seja observado todas as calibrações e ajustes conforme manual técnico. Especial atenção no nível da bóia, volume da bomba de aceleração rápida, alvo do jato, ajuste do came da bomba de aceleração, sistema de marcha lenta e de progressão, etc. O carburador é um componente mecânico e, como tal, é passivel de se observar e medir todos os seus componentes e sistemas. Desta forma, um mecânico que realmente conhece não precisa ficar tentando substituir peças para fazer testes.

S.O.S. publicado em: 09/08/2001
Enviado por: Sandro Lourenço (Brasília, DF)
Características do carro: Monza GLS 2.0 EFI, 1994, gasolina

Dúvida: qual o funcionamento correto do ar-condicionado do meu carro, o qual parou de funcionar, sendo informado que o problema está relacionado a um vazamento no compressor (retentor). Após ter colocado dois litros de aditivo no radiador, apareceu um vazamento próximo à junta da válvula termostática. Será que o aditivo acabou limpando o sistema e ocasionando este vazamento?

Resposta: Sandro, não tem como eu tentar lhe passar o funcionamento do condicionador de ar neste espaço, mas posso lhe adiantar que todo o sistema é pressurizado com gás refrigerante e que qualquer vazamento em determinado ponto que seja haverá perda de gás e a consequente perda da eficiência de troca de calor. Em outras palavras, o sistema deixará de funcionar. É comum ocorrer o vazamento pelo retentor do compressor, devido ao desgaste da própria peça e, para resolver a situação, basta a sua substituição. Quanto ao vazamento no sistema de arrefecimento, a sua teoria está correta. Provavelmente ja haviam pontos de corrosão no sistema e o aditivo cumpriu a sua função que, entre outros, é de evitar a ferrugem, limpando e expondo os vazamentos. Não pense que você não deveria ter colocado o aditivo. Muito pelo contrário: este problema foi ocasionado justamente pela falta de uso continuado e, mesmo que não tivesse colocado o aditivo, o problema já existia e poderia lhe proporcionar surpresas em momentos desagradáveis ou em situação de risco.

S.O.S. publicado em: 09/08/2001
Enviado por: Thiene Campos Benfica (Governador Valadares, MG)
Características do carro: Monza Club 2.0 EFI, 1994, álcool

Dúvida: ao acelerar o veículo um pouco mais forte, esticando as marchas, o motor fica dando umas "engasgadas" e, ao parar, a aceleração fica muito elevada. Por que, também, este modelo costuma apresentar tantos problemas na bomba d'água, bomba de combustível e no alternador? Em relação ao consumo, a média na estrada (80% de piso plano e o restante enfrentando ladeiras onde só se andava em terceira marcha) foi de 8,6 km/l. As velas de quatro eletrodos ajudariam a economizar combustível?

Resposta: faça algumas verificações no seu carro como o sincronismo da correia dentada, ponto de ignição e, principalmente, no sistema de injeção eletrônica. Muita atenção na pressão e vazão da eletrobomba de combustível, assim com o atuador de marcha lenta. Não é comum problemas nos componentes citados. Ocorre que a falta de manutenção contribui para que alguns componentes tenham a vida útil drasticamente reduzida. Em relação ao consumo mencionado, o considero normal e, para melhorá-lo, e de quebra também o rendimento do carro, não existe outra fórmula senão a correta manutenção do veículo. As velas de quatro eletrodos é um "plus" a mais que se pode instalar no seu veículo. No entanto, não espere milagres. Elas realmente melhoram a queima e o rendimento mas, em valores, quase imperceptíveis. Aliás, em veículos que apresentam queima de óleo, recomendo a não utilização deste tipo de vela.

S.O.S. publicado em: 09/08/2001
Enviado por: Rodrigo Oliveira Abras (Belo Horizonte, MG)
Características do carro: Monza SL/E 2.0 EFI, 1993, gasolina

Dúvida: gostaria de saber a média de consumo de meu veículo e, também, se ruídos no câmbio, estando o motor em baixa rotação, são normais. Em relação à velocidade final, existe algum limitador como em carros importados? É normal a ventoinha parar de funcionar automaticamente ao desligar o motor do veículo?

Resposta: Rodrigo, a única forma de você saber se o consumo está normal, é checando se todos os sistemas do seu veículo estão em perfeito funcionamento. Observe que qualquer irregulariedade elevará demais o consumo. Posso mencionar alguns ítens: pneus descalibrados, aumento de até 16%;
direção desalinhada, até 6%; vidros abertos na estrada, 11%; ar-condicionado ligado e vidros fechados, em torno de 4%. Outros ítens como filtro de ar, óleo do motor, regulagem dos freios, adornos externos, peso adicional, pneus e/ou rodas nas medidas diferentes do original etc., também elevam o consumo. Agora, o maior vilão é, sem dúvida, a condição mecãnica do motor e a sua regulagem, assim como dos diversos sistemas que o compõem. Com relação aos ruídos no câmbio, isso não é normal e, em se tratando de câmbio, o melhor é que procure por uma boa oficina para uma melhor avaliação e manutenção, pois o mesmo não oferece condições para que um "hobbista" possa fazer a manutenção em casa. A velocidade máxima do Monza é obtida em quarta marcha, pois a quinta é um over-drive, uma sobremarcha somente para manter a velocidade com certa folga de motor e com economia. No entanto, apesar de o Monza possuir um ótimo motor, a sua velocidade máxima fica na casa dos 170 km/h devido à sua aerodinâmica, a qual não é das mais apuradas. O sistema de injeção possui um corte de proteção do motor, mas ele não chega a limitar a velocidade máxima, pois o limite de corte não é atingido em quarta ou quinta marcha. A ventoinha do seu carro está com funcionamento correto, ou seja, ela realmente é desligada juntamente com a chave de ignição.

S.O.S. publicado em: 09/08/2001
Enviado por: André Luis Coutinho (Belo Horizonte, MG)
Características do carro: Monza Classic SE 2.0, 1990, gasolina

Dúvida: gostaria de obter os torques de aperto do motor e suspensão do Monza ou, pelo menos, os torques de aperto do cabeçote.

Resposta: André, os torques de aperto do cabeçote, você recebe junto com a junta do cabeçote. Agora se você realmente precisa do torque de aperto de todo o carro, poderá obter as informações junto à Escola Técnica Senai Conde José Vicente de Azevedo, localizada à rua Moreira de Godoi, 226, Ipiranga, São Paulo (SP), telefone (0xx11) 6163-9388, falar com Ana Paula ou Regina, a qual lhe enviará, por Sedex, uma xerox de toda e qualquer informação solicitada.

S.O.S. publicado em: 09/08/2001
Enviado por: Fábio Lima (Salvador, BA)
Características do carro: Monza Barcelona, 1992, gasolina

Dúvida: as lonas de freio ficam encostando no tambor e, com isso, ocorrendo um super-aquecimento e apresentando um cheiro parecido quando se está "queimando" embreagem. Qual o tempo médio (vida útil) de algumas peças, tais como velas, filtros e lubrificantes.

Resposta: Fábio, o freio traseiro pode estar com regulagem excessiva, muita tensão do cabo de freio de mão, falta de pressão na mola de retorno das sapatas de freio ou cilindro de roda engripado. Em qualquer dos casos, o que você tem a fazer é uma revisão completa no sistema, resolvendo, assim, todo e qualquer problema que possa apresentar. Quanto à vida útil das peças citadas, existe uma média de vida, mencionado no manual do proprietário que, por sinal, oferece alguma margem de segurança. No entanto, muitas das peças podem ter sua vida útil comprometida devido ao mal uso, qualidade ou condições mecânica do motor.

Próximos S.O.S

 
Volta para página inicial Conheça o Monza Clube do Brasil Participe do Clube Confira a agenda do Monza Clube Mapa do site A maior montadora do país Um marco na indústria automobilística Parceiros do Monza Clube Shopping Fale Conosco

Monza Clube do Brasil - Todos os direitos reservados