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Freio

 
S.O.S. publicado em: 28/06/2002
Enviado por: Fábio dos Santos (Nova Iguaçu, RJ)
Características do carro: Monza SL/E, 1989, álcool

Dúvida: quando aciono o freio escuto um zunido vindo da área do motor e, também, ocorrendo uma certa perda de potência no veículo.

Resposta: Fábio, o barulho deve ser proveniente do servo-freio (hidrovácuo), o qual pode estar com vazamento de ar. Procure por uma oficina o quanto antes e faça um diagnóstico. Lembre-se: com freio não se brinca.

S.O.S. publicado em: 06/09/2001
Enviado por: Marcelo A. L. Alves (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza SL/E 1.8, 1985, álcool

Dúvida: recentemente, troquei discos e pastilhas de freio devido ao desgaste normal de uso. Entretanto, nos ultimos dias, ao ficar com o carro freado numa descida muito acentuada, a luz de freio acende e, ao voltar com o carro no plano, ela se apaga. Não notei nenhuma perda de eficiência dos freios e, ao conferir o nível do fluído, reparei que o mesmo não se encontra no máximo.

Resposta: Marcelo, é evidente que o motivo de a luz de freio acender é o nível baixo do fluido. Numa descida acentuada, devido à inclinação do reservatório, a bóia tende a baixar fazendo com que a luz se acenda.  Complete o fluido que o problema desaparecerá.

S.O.S. publicado em: 12/07/2001
Enviado por: Cláudio dos Santos Berny (Pelotas, RS)
Características do carro: Monza GLS 2.0 EFI, 1994, álcool

Dúvida: qual é a real função e o princípio de funcionamento das válvulas equalizadoras do freio?

Resposta: Cláudio, a válvula equalizadora tem a função de corte a uma pressão máxima pré-fixada que, no caso do Monza, se limita a 25 bar _diferente das válvulas dos veículos de carga, que é ligado à suspensão traseira e modula a pressão do freio traseiro linearmente em função da carga.

S.O.S. publicado em: 28/06/2001
Enviado por: Julio Reis do Couto (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza GL 2.0 EFI, 1994, álcool

Dúvida: meu carro está apresentando um travamento na roda dianteira esquerda quando rodo alguns quilômetros e, quando esfria, o sistema volta ao normal e, quando faço uma curva à esquerda, escuto um ruído forte.

Resposta: Julio, infelizmente, muitas oficinas, quando fazem o freio do carro, se limitam a trocar pastilhas e verificar as lonas, sem fazer uma verdadeira revisão no sistema. O que está acontecendo é o engripamento da pinça de freio e, para solucionar o defeito, o sistema terá que ser desmontado, limpo e revisado. Para serviços de freios, em caso de dúvida, procure sempre por uma oficina especializada, como é o caso do serviço Varga, Bosch Freios etc. Quanto ao barulho, me faltam dados para uma melhor análise. No entanto, arrisco em dizer que você deverá verificar os pivôs da suspensão.

S.O.S. publicado em: 03/05/2001
Enviado por: Emanuel (Brasília, DF)
Características do carro: Monza SL/E 2.0 EFI, 1992, gasolina

Dúvida: troquei o cilindro mestre, os discos de freios dianteiros (Varga), pastilhas (Fras-le) e os cilindros das rodas traseiras há pouco mais de 2.000 km e, mesmo assim, sinto o freio inseguro. Valeria a pena adotar freio a disco nas quatro rodas?

Resposta: Emanuel, as peças que você utilizou no serviço de freio são de boa qualidade mas, pelo visto, o serviço é que não é! O freio costuma passar uma certa insegurança sempre que houver presença de ar no sistema e para a sua total retirada será necessário sangrar e testar o sistema com aparelho específico. Do contrário, jamais obterá um bom desempenho. A instalação de freio a disco nas quatro rodas é por mero capricho, pois o mesmo não se faz necessário em virtude do antigo freio a tambor atender plenamente as necessidades do veículo, sendo a adoção por parte da fábrica pura estratégia de marketing. Para a sua instalação, você ainda esbarrará num outro problema: o custo. O que, praticamente, inviabilizaria o serviço.

S.O.S. publicado em: 18/01/2001
Enviado por: Leandro Zambuzi de Campos (Limeira, SP)
Características do carro: Monza SL/E 2.0, 1989, gasolina

Dúvida: após freadas bruscas, ou passagem por piso irregular, o veiculo apresenta um certo ronco que vem conforme a roda gira em certos pontos. Gostaria de saber o por que desse ronco, sendo que todo o sistema de freio foi trocado, restando somente o flexível original de fábrica e, também, foi efetuada a troca dos rolamentos. O barulho parece vir da roda dianteira direita que, a tempos atrás, sofreu uma forte pancada devido a irregularidade do piso.

Resposta: Leandro, esse ronco pode não ter uma única origem. Tenho visto muito barulho por causa da utilização de pastilhas de freios duras devido a eliminação do amianto, que é altamente cancerígeno, principalmente às pessoas fumantes, e isso tem ocorrido com muita freqüência, inclusive no Astra nacional. Infelizmente, não muito o que fazer, pois a atual legislação não permite a utilização de pastilhas com amianto. Outra possibilidade é que o ronco venha de rolamentos. Vejo que é muito comum se trocar rolamentos de rodas quando se escuta o ronco característico, sem que seja verificado o rolamento do satélite (diferencial) que também provoca ruídos semelhantes aos do rolamento de roda.

S.O.S. publicado em: 05/01/2001
Enviado por: Alexandre Alves (Rio de Janeiro, RJ)
Características do carro: Monza Classic SE 2.0 EFI, 1992, álcool

Dúvida: no final do ano passado fiz uma revisão geral nos freios em um posto autorizado Varga. As peças trocadas foram: discos, pastilhas, lonas, tambores, válvula equalizadora, limpeza pressurizada do sistema e troca de fluído. Após os serviços executados, os freios não estão mais perfeitos, ou seja, estão elásticos, não tem estanque (pressão da desacelaração) e, quando se pressiona o pedal até o fim, a sensação que se tem é que ele tem uma determinada faixa de atuação e, após essa faixa, ele para de atuar (o pedal vai até o fim sem travar as rodas). Não sei se tem haver, mas o fluído utilizado nesta revisão foi o DOT 4, sendo que antes era o DOT 3. Mesmo após o assentamento dos novos componentes, não houve uma melhora. Já fiz duas revisões que consta na garantia e eles nunca acham nada de anormal.

Resposta: Alexandre, observo que os procedimentos da autorizada Varga estão corretos. O que não concordo é no fato de dizer que nada se encontrou e, por isso, fica assim mesmo, o que demonstra uma total falta de respeito com o consumidor e, principalmente, por se tratar de um item de segurança. Na hora em que a atenção gera um aumento de faturamento, foi dada a total atenção no sistema do seu veículo, descobrindo muitas deficiências que você nem imaginava existir, e você deve reclamar esta mesma atenção na execução da garantia. Creio que o seu problema seja de presença de ar no sistema  hidráulico, o que torna o pedal de freio "borrachudo". Talvez uma falha no momento de substituir o fluído de freio. Não condeno nenhuma oficina por cometer alguma falha, até porque envolve o fator humano e nem este é perfeito. Agora não atender a garantia... O que você deve fazer é retornar à loja para reclamar a situação e procure também entrar em contato com o franqueador que possui um fone 0800 que consta no seu certificado de garantia que, com certeza, tomará as providências necessárias, pois trata-se de uma emprêsa idônea. E, se com isso não resolver, você pode e deve recorrer ao Procon.

S.O.S. publicado em: 02/11/2000
Enviado por: Müller Luiz Fabrizio (Fartura, SP)
Características do carro: Monza Club 2.0 EFI, 1994, álcool

Dúvida: gostaria de saber quanto tempo pode durar as pastilhas de freio, pois troquei as do meu carro há uns 8.000 km. Obs.: não sou de pisar bruscamente nos freios.

Resposta: a vida útil de uma pastilha de freio é muito relativa. Depende da qualidade das pastilhas que utiliza (dura ou macia), das condições do disco de freio e também das condições de tráfego em que é o veículo é utilizado. Numa estrada, por exemplo, podemos rodar por dezenas de quilômetros sem a utilização do freio. O que posso lhe adiantar é que reza a cartilha de manutenção preventiva de que as pastilhas de freio devem ser avaliadas e substituídas se houver desgaste a cada 10.000 km.

S.O.S. publicado em: 02/11/2000
Enviado por: Ricardo Leandro Dal Sasso (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza SL/E, 1984, álcool

Dúvida: troquei as pastilhas de freio, os cilindros das rodas e o cilindro-mestre, discos, lonas e tambores. O problema é que o sistema se enche de ar quando o carro fica mais de 48 horas parado. O sistema só volta a ter freio quando rodo com o motor em alta rotação e piso várias vezes no freio, ou quando faço a sangria normal, começando pelas rodas traseiras. O que devo fazer? Adoro meu Monza e detesto vê-lo com este tipo de problema.

Resposta: é muito provável que você tenha uma entrada de ar/vazamento de fluído em algum cilindro de roda ou em qualquer outra parte do sistema, assim como na própria tubulação. A vibração da alta rotação faz com que o ar suba para o reservatório fazendo com que volte a funcionar precariamente. Faça uma inspeção minuciosa de todo o sistema que, com certeza, solucionará o problema.

S.O.S. publicado em: 02/11/2000
Enviado por: Alex Sandro Santos Costa (Brasília, DF)
Características do carro: Monza SL/E 2.0, 1990, gasolina

Dúvida: comprei meu Monza há duas semanas e tenho uma dúvida: embaixo do pedal do freio há um vazamento (provavelmente de fluido) que chega a molhar o tapete do carro .Será que tenho de trocar algo muito caro?

Resposta: realmente você tem um problema de vazamento de fluido de freio, que tem origem no retentor traseiro do cilindro mestre. Faça a verificação e se o meu diagnóstico for confirmado, substitua o cilindro mestre e, se necessário, também o hidrovácuo. Nem pense em economizar na manutenção de um sistema de segurança como este e observe que poderá ser muito mais caro se não trocar.

S.O.S. publicado em: 28/09/2000
Enviado por: Müller Luiz Fabrizio (Fartura, SP)
Características do carro: Monza Club 2.0 EFI, 1994, álcool

Dúvida: em minha cidade a maioria das ruas são de paralelepipedos e há algum tempo quando rodo nestas ruas, sempre devagar, notei um rangido estranho, parecendo vir das rodas. Ao pisar no freio de leve este "barulhinho" para. O que pode ser?

Resposta: o barulho deve ter origem nas pinças de freio dianteiro, consequência da folga das travas da pastilha de freio. Para solucionar o problema, tente dar mais pressão na chapa da trava ou efetue a sua substituição.

S.O.S. publicado em: 27/04/2000
Enviado por: Paulo Fernandes Jr. (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza Classic SE MPFI, 1992, gasolina

Dúvida: a lâmpada do sistema de freio do painel digital fica acesa, mas com luz fraca. Já verifiquei a bóia do reservatório de fluido do freio e está tudo ok, ou seja, o fluido está no nível máximo e o interruptor funciona perfeitamente, acendendo a lâmpada (intensidade normal) quando simulo a falta de fluido. Gostaria de saber se pode ser algum outro problema com o freio ou se é somente problema elétrico e, se possível, as prováveis causas e solução.

Resposta: de acordo com a sua descrição, não existe problemas no sistema de freio e, sim, no sistema elétrico do mesmo. É muito comum que isso aconteça quando se adapta algum componente elétrico no veículo, o que pode provocar algum retorno elétrico e acender a mesma. Em resumo, deve-se fazer uma boa verificação elétrica e já lhe antecipo que não será qualquer auto-elétrico que terá capacitação para tal solução.

S.O.S. publicado em: 13/04/2000
Enviado por: Wagner Novais (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza SL, 1984, álcool

Dúvida: troquei as pastilhas de freio a cerca de dez dias e, nos últimos cinco, vem aparecendo um apito irritante na roda dianteira direita, principalmente quando esquenta muito após ter rodado bastante durante o dia. Minha dúvida é: esse apito na roda tem haver com as pastilhas de freio?

Resposta: muitas vezes o ruído pode ser resultado da baixa qualidade da pastilha, mas é mais provável que seja devido a uma falha na montagem do mesmo. Observo que muitos mecânicos efetuam a montagem das pastilhas sem lubrificar os pinos deslizantes do cavalete, o que provoca tais ruídos.

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