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Elétrica

 
S.O.S. publicado em: 17/05/2002
Enviado por: John Wesley (Ponta Grossa, PR)
Características do carro: Monza Class 2.0 EFI, 1993, gasolina

Dúvida: o veículo começou a não dar partida pela manhã, sendo que o motor vira mas não pega.   Depois, ele começou a apagar quando se engatava em ponto morto. Notei que, mexendo-se nos dois conectores da bobina, o motor volta a funcionar.

Resposta: John, tenho visto muito este problema. Os fios do chicote elétrico se partem justamente nas proximidades do conector da bobina de ignição. Faça um teste: com o motor em funcionamento, balance o chicote elétrico e observe se o motor corta. Caso positivo, basta substituir o respectivo chicote.

S.O.S. publicado em: 22/04/2002
Enviado por: Givanildo Bonetti (Erechim, RS)
Características do carro: Monza GLS 2.0 EFI, 1995, gasolina

Dúvida: ligando na velocidade máxima o limpador do pára-brisa o mesmo engasgava. Nas outras velocidades, funcionava normal. Agora tudo parou de funcionar. O Manual do Proprietário diz que o fusível do limpador é o mesmo do esburrifador de água e, apesar da água esguichar normalmente, o limpador não funciona. Desconectei o cabo do motor do limpador e, ligando a alavanca do mesmo, medi com o voltimetro e, consequentemente, não havia tensão, apenas um residual quando deixo em temporizador (o relê atraca mas as palhetas não se movem). Com a alavanca em posições média e rápida velocidade o relê nem atraca. Por este motivo, preciso encontrar o esquema elétrico.

Resposta: Givanildo, o problema me parece que é o próprio relê que, apesar de estar efetuando o movimento eletromecânico de atracar, pode não estar fazendo o chaveamento. Faça um teste na saída do relê. O esquema elétrico poderá ser encontrado no Senai de sua cidade. Para quem estiver em São Paulo e necessitar deste manual, entrar em contato com Ana Paula ou Regina, na biblioteca, através do telefone (0xx11) 6163-9388.

S.O.S. publicado em: 16/04/2002
Enviado por: Sidnei (Sorocaba, SP)
Características do carro: Monza Classic 1.8, 1986, álcool

Dúvida: estou com uma bateria de menor capacidade do que a solicitada para o veículo e, as vezes, giro a chave e o veículo não pega, apesar das luzes no painel se acenderem.

Resposta: Sidnei, a amperagem da bateria só influencia se for abaixo do mínimo especificado. Agora se for maior, não trará problemas de funcionamento, mas terá uma reserva extra. O fato de não pegar na partida pode não ser exclusivamente um defeito na bateria. Se necessário, posso lhe indicar a oficina Ragozzini Serviços Automotivos Ltda., localizada na av. Américo de Carvalho, 670, telefone (0xx15) 221-6294 / 9701-2588, falar com Renato.

S.O.S. publicado em: 11/04/2002
Enviado por: Fábio André de Oliveira Silva (Rio de Janeiro, RJ)
Características do carro: Monza SL/E 1.8, 1985, álcool

Dúvida: estive verificando a caixa de fusíveis e reparei que todos os fusíveis ou eram de 10A ou 20A. Como não sabia a configuração ideal troquei todos por 5A, menos os dos faróis alto e baixo (10A). Resolvi que iria substituindo os fusíveis por amperagem superior à medida que forem "queimando" mas, como nenhum queimou até agora, será que estou procedendo corretamente?

Resposta: Fábio, o seu procedimento está errado. Até então, nenhum fusível queimou por você não ter utilizado os consumidores em plena carga. Substitua-os de acordo com a recomendação constante no Manual do Proprietário. Caso não possua o respectivo manual, veja as instruções de como solicitar o seu na seção "Manual" do Monza Clube.

S.O.S. publicado em: 11/04/2002
Enviado por: Cristiano Diogo (Contagem, MG)
Características do carro: Monza SL/E 2.0, 1989, álcool

Dúvida: a bobina do meu carro fica dando uns estalos, sendo que a mesma já foi substituída, assim como o jogo de cabo de vela. Outro dia, até tomei um choque na ponta central desta bobina.

Resposta: Cristiano, a fuga de corrente que você menciona não quer dizer, necessariamente, um problema nos cabos de ignição ou mesmo da bobina. Algum ponto do sistema pode estar apresentando uma elevada resistência (ohms) e, por isso, a centelha descarrega no ponto de resistência mais baixa. Faça um teste no sistema de ignição: meça a resistência elétrica da tampa do distribuidor, rotor, cabos de ignição e velas. Faça também a medição da tensão de entrada na bobina que, caso esteja além do especificado, poderá provocar tais fugas.

S.O.S. publicado em: 15/11/2001
Enviado por: Andres Moreno (Cali, Colômbia)
Características do carro: Monza SL/E

Dúvida: mi problema es que el indicador de la bateria oscila mucho hacia abajo casi al limite de indicar en rojo, esto ocurre de noche cuando las luces estan encendidas, lo mismo ocurre con el marcador de la gasolina. Hice revisar, la bateria en por el electrcista y me explico que la carga que envian los alternadores de monza es baja. Es eso cierto?

Resposta: Andres, essa oscilação indica algum problema no alternador ou na bateria. No seu caso, o alternador não está gerando energia suficiente para alimentar componentes elétricos de maior consumo, como é o caso do farol _não pelas suas características, mas devido a algum problema com o componente. Procure por um eletrecista experiente que, com certeza, poderá solucionar o problema.

S.O.S. publicado em: 04/10/2001
Enviado por: Ricardo Blumer Grobel (São Paulo, SP)
Características do carro: Escort Ghia 1.8, 1989, álcool

Dúvida: a bateria já descarregou algumas vezes. Troquei o regulador de voltagem e o alternador, segundo informações, está em perfeitas condições de uso. Será que o problema pode estar relacionado ao alarme Positron?

Resposta: Ricardo, trocar apenas o regulador de voltagem não resolverá o inconveniente. O profissional deveria ter testado o alternador, bateria, cabos e conexões, assim como o sistema elétrico em geral. O sistema de alarme Positron é muito bom e, ele sozinho, não consome o suficiente para descarregar uma bateria. Creio que o defeito esteja, realmente, na bateria. Você poderá procurar pela Autolapa Serviços Automotivos Ltda., localizada à rua João Pereira, 178, Lapa, São Paulo (SP), fone (0xx11) 3837-9422 e procure falar com o meu amigo Antonio que, com certeza, lhe fará um teste confiável. O que eu não concordo neste carro é a posição do sensor de temperatura do cofre do motor, localizado no cabeçote (na parte de trás), fazendo com que, após desligar o veículo, a ventoinha fique funcionando por muito tempo. Normalmente, eu mudo a sua posição para a parte da frente _no próprio cabeçote_, mas próximo da ventoinha.

S.O.S. publicado em: 04/10/2001
Enviado por: Fernando Martins (Rio de Janeiro, RJ)
Características do carro: Monza SL/E 2.0, 1990, gasolina

Dúvida: o voltímetro do meu Monza indicava que a bateria não estava sendo carregada em baixa rotação. Após a substituição do alternador tudo voltou ao normal, mas não demorou muito e o regulador de voltagem queimou. Uma observação está relacionada ao conta-giros: após o eletroventilador do radiador entrar em funcionamento, e estando a rotação do motor baixa, o conta-giros fica com uma oscilação muito grande.

Resposta: Fernando, duas podem ser as causas. A primeira é a não utilização de peças originais ou, pelo menos, de boa qualidade. Isso acontece muito quando se utiliza regulador de voltagem não adequado. A segunda hipótese pode estar relacionada ao induzido, o qual pode estar com elevada resistência elétrica (ohms) e, com isso, forçando o regulador devido à redução da capacidade do eletroimã. Em ambos os casos, devido ao mal funcionamento do regulador de voltagem, este provocará picos de tensão, fazendo com que o RPM, que é um equipamento muito sensível, sofra variações como citado.

S.O.S. publicado em: 04/10/2001
Enviado por: Bruno Abrantes de Oliveira (Brasília, DF)
Características do carro: Monza SL/E 2.0 EFI, 1993, gasolina

Dúvida: toda vez que é colocado um fusível novo na caixa de fusível o mesmo queima. O fusível que queima é o responsável pelo funcionamento do relógio, das setas e das luzes de ré. Quando ocorre isso os vidros elétricos, assim como os retrovisores, também deixam de funcionar.

Resposta: Bruno, lidar com a parte elétrica requer algum conhecimento. Observe qual a situação em que ocorre a queima do fusível. Caso seja quando se engata a ré, você pode desligar o interruptor de ré, que se localiza no câmbio, e fazer um novo teste. Caso volte a queimar, o problema é no chicote elétrico ou na caixa de fusíveis. Do contrário, basta trocar o interruptor. Faça este teste, apesar de eu achar que o problema do seu veículo é um pouco mais grave devido à paralisação de outros componentes que não estão ligados ao mesmo fusível. Por este motivo, faça também uma verificação da existência de alguma adaptação ou mesmo da instalação de alarmes ou sistemas anti-furto.

S.O.S. publicado em: 06/09/2001
Enviado por: Gilmar Lopes (Curitiba, PR)
Características do carro: Monza SL/E 2.0, 1991, gasolina

Dúvida: quando ando por um período longo, e estando o motor aquecido, a ventoinha funciona normalmente. Mas, após uma parada e o desligamento da chave de ignição, o mesmo não pega, sendo obrigado a esperar a temperatura abaixar para conseguir pôr o motor em funcionamento. Após check-up de um mecânico, o mesmo substituiu a escova _mas o defeito persiste.

Resposta: Gilmar, você não mencionou se quando o motor está quente ele gira ao acionar a chave de ignição. Mas vamos lá. O motor de partida requer alguns testes que, infelizmente, a maioria das oficinas não o faz: o seu induzido, quando aquecido, pode ter algum fio do enrolamento interrompido, fazendo com que, com a dilatação do material, o fio perca o contato no local do rompimento e causando uma grande redução da capacidade do eletroimã a ponto de não ter força de girar o motor. Ao esfriar, e com a retração do material, o fio volta a ter contato e o motor de partida volte a funcionar. Sendo isso, creio que a melhor opção será a substituição do motor de partida por outro remanufaturado de fábrica (Wapsa), o qual é de altíssima qualidade e o preço bem próximo ao de uma revisão no motor de partida. Existe também a possibilidade de o motor girar e não pegar _o que pode ser ocasionado pela elevada temperatura de trabalho do motor_ fazendo com que a gasolina contida no carburador ferva e derrame no coletor de admissão, afogando o motor. Neste caso, você deve fazer uma verificação no sistema de arrefecimento e, também, no carburador. Em ambos os casos, você poderá entrar em contato com a Mecânica Modelo e falar com Edson (0xx41) 335-8688 / (0xx41) 9991-2046 que, com certeza, irá solucionar o defeito apresentado.

S.O.S. publicado em: 06/09/2001
Enviado por: Mauricio Cruz (Duque de Caxias, RJ)
Características do carro: Monza SL/E 2.0, 1990, gasolina

Dúvida: estando o veículo ainda frio, a partida é realizada normalmente mas, após o motor estar aquecido, há uma certa dificuldade em acionar a ignição. A impressão que se tem é que o motor está virando "pesado" e a carga da bateria estando fraca.

Resposta: Maurício, o que está acontecendo no seu carro é, sem dúvida, um problema de motor de partida. É comum o induzido ter algum fio partido e que, se medido a frio, não apresenta problemas mas, quando o mesmo se aquece e sofre a dilatação, o fio se separa, aumentando, desta forma, a resistência elétrica, reduzindo muito a força do eletroimã e fazendo com que o motor gire pesado. O que eu lhe recomendo é que procure por uma oficina autorizada Bosch e substitua o motor de partida por outro remanufaturado de fábrica da Wapsa, o qual tem um preço muito próximo da revisão do seu equipamento. No entanto, é como se fosse novo e o principal: com garantia de fábrica. Creio que se todos conhecessem a linha de produtos remanufaturados da Wapsa, jamais fariam revisão de motor de partida e alternador.

S.O.S. publicado em: 06/09/2001
Enviado por: Carlos Alberto Quaquarelli (Curitiba, PR)
Características do carro: Monza GLS 2.0 EFI, 1995, álcool

Dúvida: o vidro elétrico não está funcionando. Após a troca de uma determinada peça (não me lembro exatamente qual) o vidro voltou a funcionar normalmente mas, agora, a luz de temperatura do motor fica acendendo e a peça trocada fica "grilando".

Resposta: Carlos, o que, provavelmente, foi trocado é um relê que se localiza na caixa de fusível. Realmente acontece muito de o vidro elétrico parar de funcionar por problemas neste relê. No entanto, não creio que os demais problemas sejam originados por ele. O que pode estar acontecendo é algum mal contato na caixa de fusíveis, fazendo com que o relê do aquecimento do coletor não consiga se atracar, originando tal barulho. Para sanar o problema, procure por um Auto Elétrico que, com certeza, não terá maiores dificuldades em localizar o inconveniente.

S.O.S. publicado em: 09/08/2001
Enviado por: Marçal S. Bitelo (Alvorada, RS)
Características do carro: Monza SL/E 2.0, 1988, gasolina

Dúvida: o temporizador do farol de meu veículo, há algum tempo, não liga mais após desligar o carro.

Resposta: Marçal, o funcionamento do farol do Monza independe da chave de ignição e, por este motivo, creio é que a instalação do seu carro foi alterada, muito comum de acontecer ao se adaptar um farol de 100W, os conhecidos faróis coloridos. Procure por uma boa oficina para verificação.

S.O.S. publicado em: 09/08/2001
Enviado por: José Enrique  Lopez (Maracaibo, Venezuela)
Características do carro: Monza Hatch, 1986, gasolina

Dúvida: tenho problemas elétricos com meu carro. As luzes da placa não acendem, ocorrendo o mesmo com as lâmpadas do batentes.

Resposta: Enrique, considero este um problema de fácil solução. Em primeiro lugar, você deve checar se existe tensão elétrica nos soquetes das lâmpadas e se as mesmas não estão queimadas. Examine, também, o fio terra, que pode estar com elevada resistência (ohms). Não sendo esta a causa, verifique os respectivos interruptores, a continuidade elétrica do chicote e a alimentação proveniente da caixa de fusíveis. Com certeza, desta forma, você solucionará os problemas apresentados.

S.O.S. publicado em: 12/07/2001
Enviado por: Fernando Martins (Rio de Janeiro, RJ)
Características do carro: Monza SL/E 2.0, 1989, gasolina

Dúvida: comprei o Monza e instalei um kit de gás nele mas, quando usado, o veículo engasga e não rende bem. Depois de algumas verificações, foi constatado que a bobina estava com baixa tensão. Para quebrar um galho, o mecânico puxou de um fio positivo uma ligação para o positivo da bobina, compensando a falta de tensão e melhorando a faisca das velas. Este mecânico disse o defeito poderia ser ou do fio de massa que vem do miolo da ignição até a bobina ou da prória peça em questão. Gostaria de saber qual é a especificação correta da bobina e a provável solução.

Resposta: Fernando, a bobina correta para o seu carro é a Bosch de nº 9.220.081.067 que é uma KW-12V construída em carcaça de alumínio na cor vermelha e proporciona até 18.000 faíscas por minuto com a potência entre 28.000 a 34.000 volts. Esta bobina possui o enrolamento secundário com maior número de espiras para aumentar a tensão máxima e, para aumentar a oferta de número de faíscas por minuto, foi reduzida a quantidade de espiras do enrolamento primário, fazendo com que o campo magnético seja produzido mais rápido. Esse tempo foi reduzido para 5 ms. Porém, essa modificação no enrolamento primário acarretou a diminuição do valor de resistência desse mesmo enrolamento. Sendo o valor de resistência menor, a corrente no circuito primário será maior. Por exemplo: Tensão da bateria = 12V; Resistência do enrolamento primário = 1,5 ohms; 12V : 1,5ohms = 8A (ampéres). Sendo a corrente de 8A o dobro das demais bobinas de ignição, o enrolamento primário será percorrido por essa corrente mais elevada. A consequência disso será a "queima" prematura dos contatos do platinado quando é o caso e o aquecimento da bobina. Para evitar esses inconvenientes, deve ser instalado um resistor (resistência) para diminuir a corrente de 8A para 4A, cujo procedimento não é necessário no Monza, pois os veículos equipados originalmente com a bobina KW, o sistema de ignição já vem provido do resistor na forma de um fio resistivo. Esse fio resistivo (condutor), geralmente feito de níquel-cromo, está instalado entre a chave de ignição e o borne 15 (positivo) da bobina de ignição. O resistor instalado em série com o primário da bobina de ignição terá o seu valor de resistência adicionado ao valor de resistência do enrolamento primário. Portanto, se temos a bobina KW com o valor de resistência do enrolamento primário em torno de 1,5 ohms mais a resistência do fio resistivo também de 1,5 ohms, temos o valor total de resistência de 3 ohms. 12V : 3ohms = 4A. Com 3 ohms de resistência do primário e a tensão da bateria de 12V, a corrente será novamente de 4A. Para testar o fio resistivo, tomamos os seguintes procedimentos: 1) instalar o voltímetro com o positivo no borne 15 da bobina e o negativo no massa do veículo; 2) com a chave de ignição ligada, medir a tensão de alimentação no borne 15 (positivo) da bobina; 3) se a tensão for igual à da bateria, 12 volts, o veículo não possui o resistor; 4) se a tensão for entre 7... 9 volts, existe resistor no circuito. O que deve estar acontecendo no seu carro é algum problema no fio resistivo e, com os testes acima, com certeza você poderá detectar o defeito. A sua substituição é muito simples e também não é uma peça cara, podendo ser encontrada somente nas concessionárias.

S.O.S. publicado em: 28/06/2001
Enviado por: Renato Castro Alves (Brasília, DF)
Características do carro: Escort 1.6, 1994, gasolina

Dúvida: o motor de partida está fazendo um barulho do tipo dente deslizando sobre dente.

Resposta: Renato, seu problema está no motor de partida e, mais precisamente, no pinhão ou na engrenagem do planetário, que possui uma engrenagem plástica que quando perde a lubrificação provoca tais barulhos.

S.O.S. publicado em: 03/05/2001
Enviado por: Marcos Cruz (Rio de Janeiro, RJ)
Características do carro: Monza Club 2.0 EFI, 1994, gasolina

Dúvida: sem nenhuma lógica o carro não pega. O motor de arranque vira muito bem, mas não dá a partida. Observei que quando isto ocorre não sai corrente da bobina. Do mesmo modo que não pega, algumas horas depois pega de primeira, como se nada tivesse ocorrido.

Resposta: Marcos, na verdade, me falta alguns dados para uma melhor análise. No entanto, posso lhe adiantar que existem duas possibilidades: a primeira de que seja o módulo de ignição. A melhor forma de experimentar seria substituindo-o por outro no momento em que o problema ocorrer, não necessitando ser por outro do Monza. Para efeito de teste, pode ser de qualquer outro veículo que tenha conector elétrico idêntico. A segunda hipótese é quando o carro não pega por falta de centelhamento _quando o motor estiver quente. Nesta situação, existe a possibilidade de a bobina do impulsor, que se aloja no interior do distribuidor, tenha em seu enrolamento algum fio partido. A bobina do impulsor não passa de um eletroimã que, com o aquecimento e a sua consequente dilatação, as pontas do fio partido se afastam, perdendo totalmente o contato e, por consequência, desligando o eletroimã, retornando o contato assim que este esfriar e os fios se juntarem novamente. Para se efetuar o teste, basta medir a resistência elétrica da bobina do impulsor quando este estiver aquecido a uma temperatura superior a 80°C e este não deve ser superior a 1250 ohms.

S.O.S. publicado em: 19/04/2001
Enviado por: Johnny Su (Rio de Janeiro, RJ)
Características do carro: Monza Club 2.0 EFI, 1994, gasolina

Dúvida: a luz de ré já não funciona há um bom tempo, sendo que antes acendia algumas vezes.

Resposta: Johnny, a causa mais comum para este problema é o interruptor da luz de ré, que fica localizado no câmbio. Experimente desligar o conector do interruptor e fechar o curto entre os pólos. Caso a luz acenda, substitua o interruptor. Existe, também, a possibilidade de ser algum mal contato no chicote elétrico e, neste caso, observe os terminais da lâmpada, da caixa de fusíveis e do interruptor.

S.O.S. publicado em: 08/03/2001
Enviado por: Mauricio Cruz (Rio de Janeiro, RJ)
Características do carro: Monza Classic SE, 1990, álcool

Dúvida: ao ligar meu veículo, o mesmo vinha apresentando um ruído estranho, como se continuasse segurando a chave após já ter dado a partida. Fui a um eletricista e este condenou algumas peças do motor de arranque. Troquei os componentes (Bendix, escova, induzido, bobina), sendo que a bobina estava totalmente corroída. Porém, o problema voltou a acontecer.

Resposta: com certeza, seu motor de partida estava danificado e necessitava de manutenção exatamente das peças mencionadas. No entanto, a provável causa deve ter sido o comutador de partida, que não está desligando no instante em que retorna a chave de ignição, fazendo com que o automático do motor de partida fique acoplado ao volante do motor, mesmo após este ter iniciado o funcionamento. Sempre que se fizer manutenção do motor de partida por este problema, procure substituir também o comutador de partida. Esta prática evita surpresas como esta. Uma dica: na próxima vez, procure também estudar a possibilidade de substituir o equipamento por um remanufaturado de fábrica da Wapsa, onde o preço é muito próximo de uma manutenção e a qualidade é de uma peça nova.

S.O.S. publicado em: 22/02/2001
Enviado por: Roberto José da Silva (Porto Alegre, RS)
Características do carro: Monza Classic SE 2.0 EFI, 1993, gasolina

Dúvida: no Monza com painel digital é normal que o marcador de carga da bateria fique variando entre 12 volts e 13,5 volts? Qual o motivo?

Dúvida: se ele chega a marcar 13,5 volts indica que o sistema de carga está normal e é comum que, às vezes, caia para 12 volts. Isso acontece pois algum grande consumidor elétrico pode estar ligado, como é o caso do eletroventilador do radiador.

S.O.S. publicado em: 18/01/2001
Enviado por: Jorge Henrique Correa (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza SL, 1993, álcool

Dúvida: outro dia o fusível do módulo da injeção eletrônica queimou e o carro parou. Isso é normal? E por que será que ele queimou?

Resposta: Jorge, queimar fusível não é normal. Isso indica algum problema que pode ser até um simples mau contato no próprio fusível. Substitua-o por um de boa qualidade, respeitando a amperagem indicada pelo   fabricante, e deixe em observação. Se não queimar mais, então pode ficar tranqüilo e, caso queime novamente, procure por um bom eletricista para checar as possíveis causas.

S.O.S. publicado em: 18/01/2001
Enviado por: Roberto José da Silva (Porto Alegre, RS)
Características do carro: Monza Classic SE, 1993, gasolina

Dúvida: a marcação de carga da bateria no painel digital, as vezes, ultrapassa 12 volts. Isto se da ao fato do alternador estar carregando a bateria corretamente.. E se o marcador nao ultrapassar a marca de 12 volts,   significa que o alternador nao está carregando a bateria?

Resposta: neste caso, e se o painel estiver marcando corretamente, você pode ter um problema no regulador de voltagem do alternador. Quando ele passa a marcar apenas 12V já é um aviso. Portanto, não espere: faça uma revisão no sistema de carga. Caso se constate a necessidade de revisar o alternador, faça um orçamento prévio e, também, considere a hipótese de se substituir o alternador por um remanufaturado Wapsa, que é tão bom quanto um novo e trata-se de uma divisão da Bosch _além de o preço ser muito bom.

S.O.S. publicado em: 05/01/2001
Enviado por: Mauricio Cruz (Duque de Caxias, RJ)
Características do carro: Monza Classic SE, 1990, álcool

Dúvida: meu Monza vinha apresentando um ruído estranho ao ligá-lo, como se continuasse segurando a chave após já ter dado a partida. Fui a um eletrecista e este condenou algumas peças do motor de arranque. Troquei os componentes (bendix, escova, induzido, bobina), sendo que a bobina estava totalmente corroída. Isto foi a algumas semanas atrás. Porém o problema voltou a acontecer nesta semana, mesmo evitando segurar a chave por muito tempo, para não prejudicar os componentes.

Resposta: Mauricio, sempre que me deparei com problemas desta natureza tomo as seguintes providências: primeiro, faço um exame minucioso do motor de arranque, pois é comum que a impregnação de sujeira no pinhão provoque um retardo no seu retorno, ocasionando o problema descrito. E também porque mesmo que o motor de arranque não seja o responsável, tal problema prejudica algumas de suas peças. Também não creio que seja este o seu problema, pois o seu motor de arranque já fora   revisado. Segundo, faço um exame no comutador de partida, motivo muito comum para este tipo de problema, e creio que seja este o seu caso. No caso de dúvida, recomendo que se faça a sua substituição, pois a possibilidade de ser ele é muito grande e o seu custo muito pequeno, principalmente se considerar que o problema, se não resolvido, poderá danificar novamente algumas peças do seu motor de arranque.

S.O.S. publicado em: 02/11/2000
Enviado por: Gilberto Ambiel (Indaiatuba, SP)
Características do carro: Monza GLS 2.0 EFI, 1994, gasolina

Dúvida: gostaria de saber  por que meu Monza não possui a luz indicadora de troca de marcha, apesar de ser ano 94, modelo 95,  e completo.  Este equipamento não deveria equipar este modelo? Seria possível a sua instalação? Obs.: já fui proprietário de um Monza de mesmo modelo, ano 95, que possuia tal equipamento.

Resposta: o seu problema é muito simples: basta retirar o painel que você encontrará o terminal fixo junto ao chicote, preso por fita isolante. Para instalar o acessório, basta colocar o soquete e a lâmpada, serviço que pode ser efetuado por qualquer auto-elétrico e de muito baixo custo. Realmente, é um componente muito útil e o seu baixo custo não justifica a sua retirada por parte da GM.

S.O.S. publicado em: 02/11/2000
Enviado por: Eduardo Perline (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza Classic 1.8, 1986, álcool

Dúvida: há alguns dias tive um problema que estava queimando o fusível da ventuinha e, inclusive, queimou até o motor da mesma. A solução foi colocar um condensador na caixa de fusível. Isto é correto? A outra questão é: na caixa de fusível existem vários fusíveis com amperagem diferente do que mostra no manual, só que o eletricista me informou que está tudo certo. Quem está certo, o manual ou o eletricista?  Como funciona o medidor de consumo do painel? Posso confiar nele? Lendo uma revista, e também as dicas do Monza Club, fiquei sabendo do problema que causa o ponto-morto. Porém, gostaria de saber mais detalhes de como funciona isso em veículos com carburadores quando estamos a 2.500 rpm. Isto não estaria forçando o motor e gastando combustível?

Resposta: a constante queima de fusíveis indica alguma anomalia na rede elétrica e/ou no componente a que ele esteja ligado. Pode ser que o motor da ventoinha fosse o problema. Vale lembrar que o condensador serve para eliminar ruídos elétricos e que não oferece nenhuma vantagem se instalado na linha. Aconselho a sua remoção. Tenho também observado muitos problemas de mal contato na caixa de fusíveis, chegando a derreter o porta-fusível e sobrecarregando o sistema. Observe também se este não é o seu problema. Em relação à sua outra dúvida, lhe digo que é claro que você deve confiar no manual, o qual foi elaborado pelos mesmos engenheiros que desenvolveram o produto, desconfiando sempre de qualquer informação contrária. Já o medidor de consumo é um instrumento útil e prático, dotado de um rotâmetro que mede a vazão do combustível e ligado ao velocimetro ele determina o consumo de forma confiável. Em relação à desaceleração, ou freio-motor, pode ser utilizada em qualquer que seja a rotação do motor, obedecendo os mesmos limites de rotação em aceleração, sem que este venha a ser prejudicado. Nesta situação, nos veículos carburados, haverá um pequeno consumo de combustível, que é amplamente compensado por poupar os freios e pela segurança adicional que a situação oferece.

S.O.S. publicado em: 13/04/2000
Enviado por: Amaro Batista (Rio de Janeiro, RJ)
Características do carro: Monza SL/E EFI, 1992, álcool

Dúvida: em algumas situações, quando vou ligar o carro, o motor de arranque não consegue dar a partida. Ele começa a girar lento como se a bateria estivesse fraca e, as vezes, pega na primeira. As luzes do carro piscam a cada giro do motor de arranque. Como solucionar este problema?

Resposta: inicialmente devemos examinar o sistema de carga, assim como a bateria, o alternador, os cabos, conexões, a correia do alternador e, também, o próprio motor de arranque, o que acredito ser o seu caso, haja visto ser muito comum
apresentar problemas de induzido e embuchamento. Na hipótese de ser o motor de arranque, antes de fazer uma manutenção, faça um orçamento prévio e compare com o preço do mesmo produto remanufaturado de fábrica oferecido pela Wapsa. Trata-se da linha verde que a Bosch coloca à nossa disposição com um preço muito interessante e o produto tal qual um novo. Pense nisso.

S.O.S. publicado em: 29/12/1999
Enviado por: Leandro Schmitz Saraiva (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza SL/E, 1990, gasolina

Dúvida: o miolo da chave de ignição de meu carro já quebrou duas vezes. Aquela lingueta que sai do miolo e entra na chave "magnética" é feita de um material mole (acho que antimônio) e, no meu último problema, essa lingueta simplesmente quebrou e não acionava aquela maldita chave "magnética", me deixando completamente sem corrente elétrica no carro. Acredito que o problema que tive possa ser falta de lubrificação, pois meu Monza está com 130.000 km e 10 anos de vida, sendo que seus únicos problemas foram este apresentado e, também, com a bomba de combustível que vire e mexe estoura o diafragma. Porque tenho este problema com relativa frequência, seria alguma coisa relacionada com a minha forma de uso?

Resposta: quando se troca o cilindro de ignição (trava) deve-se verificar, também, o comutador de ignição e partida, pois, durante o movimento de partida, dentro dele existe um faiscamento normal e que, com o tempo, pode deformar alguns componentes plásticos e acabar dificultando o movimento da chave de ignição e a consequente quebra da lingueta (que é de antimônio). Fato este agravado nos casos em que ocorre sobrecarga elétrica no sistema de carga do veículo. Não existe lubrificação de tais peças. É bem provável que o leitor tenha trocado duas vezes o comutador devido à uma sobrecarga elétrica ou pela qualidade da mesma. Sempre que possível, devemos utilizar a peça original (90.052.497/498), o mesmo se aplicando à bomba de combustível que, se utilizada a peça não original, o diafragma é de borracha nitrílica e não de víton, que tem maior resistência aos ataques da gasolina.

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