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Câmbio/embreagem

 

S.O.S anteriores

 
S.O.S. publicado em: 18/01/2001
Enviado por: Luiz Alberto de Lima (Rio Negro, PR)
Características do carro: Monza Classic SE, 1990, álcool

Dúvida: considerando as seguintes relações de marcha: Monza Classic SE: 1ª) 3,55; 2ª)1,95; 3ª) 1,28; 4ª) 0,89; 5ª) 0,71 e diferencial 4,19 (gas) / 3,94 (álc); Vectra CD 93: 1ª) 3,55; 2ª) 1,95; 3ª) 1,28; 4ª) 0,89; 5ª) 0,71 e diferencial 4,19 (gas); Kadett GSI 91: 1ª) 3,55; 2ª) 2,16; 3ª) 1,48; 4ª) 1,12; 5ª) 0,89 e diferencial 3,72 (gas);  Monza S/R: 1ª) 3,42; 2ª) 2,16; 3ª) 1,48; 4ª) 1,12; 5ª) 0,89 e diferencial 3,74 (gas). Analisando-as, pergunto: como posso entender melhor esses números? Se quiser melhorar o desempenho do Monza, poderia substituir o câmbio pelo do Kadett GSI? Substituindo-se apenas o diferencial, qual o melhor a ser utilizado: 3,94 ou 3,72? Como poderia se diferenciar, externamente, uma caixa de câmbio usada, diferenciando-a do Monza, Kadett ou Vectra? Qual seria o melhor conjunto de relações?

Resposta: Caro Luiz Alberto, em primeiro lugar, me desculpe pelo atraso nesta resposta, mas tive que fazer muitas pesquisas para poder lhe responder. Para entender melhor esses números, vamos considerar o Monza S/R como exemplo. Ele possui a relação de 3,42 para a primeira marcha e 3,74 para o diferencial, o que quer dizer que o eixo do virabrequim (motor) tem que dar 3,42 voltas para que o eixo de saída do câmbio de uma volta completa e que o eixo do câmbio tem que dar 3,74 voltas para que o eixo de rodas (saída do diferencial) dê uma volta completa, ou seja, o motor tem que dar 12,7908 voltas para que a roda dê uma volta completa (3,42 x 3,74 = 12,7908). Observe que quanto maior o número (relação) mais curto é o câmbio ou diferencial. A utilização do câmbio do Kadett GS/GSI no Monza ou Vectra é possível, mas observe que no caso do Vectra a diferença é muito pequena, o que poderia ser compensado com a utilização do diferencial do Monza Classic 90 a gasolina. Para se substituir somente o diferencial com a finalidade de ter um carro mais esperto, encurtando a relação de marcha, a utilização do diferencial de 3,94 traria melhores resultados. Agora, identificar a caixa de câmbio externamente será um problema, pois o que encontrei nos informativos da GM é muito pouco, ou seja, próximo ao trambulador existe a referência F13 quando o câmbio é do Monza e F14 quando é do Kadett e, também, na lateral do câmbio possui um número de registro da fábrica que é utilizado para perícia, pois identifica o número da carroceria que o câmbio equipou na fábrica, sendo muito utilizado pela polícia e seguradoras. Para se determinar o melhor conjunto, teremos que levar em consideração o veículo a ser equipado, a potência do motor e a pretensão de utilização e, se a idéia é encurtar a relação para tornar o carro mais esperto, seria a utilização do câmbio do Kadett GSI com o diferencial do Monza Classic 90 a gasolina. Mas lembre-se que tal providência pode reduzir a velocidade final do veículo, assim como elevar o seu consumo

S.O.S. publicado em: 18/01/2001
Enviado por: Müller (Fartura, SP)
Características do carro: Monza Club 2.0 EFI, 1994, álcool

Dúvida: faz um ano e meio que comprei meu Monza e, logo em seguida, efetuei a troca do cabo da embreagem. Recentemente, percebi que o pedal está muito pesado. Será que, novamente, o problema está no cabo?

Resposta: problemas de esforço excessivo de pedal estão relacionados a componentes que formam o sistema de acionamento da embreagem. Os principais causadores são: 1) desgaste ou deformação ao longo do tubo guia que poderá gerar o acionamento irregular; 2) desgaste nas hastes do garfo de acionamento; 3) desgaste nas áreas de contato do garfo com as buchas que serão impregnadas por resíduos, poeira ou sujeira, gerando resistência ao movimento do garfo; 4) buchas quebradas, ou desgastadas, geram folgas e conseqüentes vibrações, além de dificultar o movimento do garfo; 5) cabo de embreagem travado. Uma forma de verificar a condição do cabo é retirá-lo e verificar se permite livre acionamento. Obs: a verificação deverá ser feita com o cabo flexionado.

S.O.S. publicado em: 05/01/2001
Enviado por: Márcio A.L. Alves (São Paulo, SP)
Características do carro: Monza SL/E, 1985, álcool

Dúvida: meu Monza possui câmbio automático e tenho sempre algumas dúvidas quanto à manutenção deste equipamento. O nível de óleo verificado na vareta leva em conta o do conversor de torque? Caso haja um pequeno vazamento enquanto o carro estiver rodando, quanto pode vazar de oléo até que um problema mais sério possa acontecer com o câmbio? Há alguma tabela com os giros nos quais o motor faz a troca das marchas?

Resposta: Marcelo, a maioria dos problemas que vejo com o câmbio automático são provocados justamente pela falta de atenção no fluido do câmbio e, devido ao elevado custo de manutenção, é melhor não deixar vazar nada. A manutenção preventiva de um câmbio automático deve ser feita a cada 20.000 ou 30.000 km. Neste serviço há dois casos: na maioria dos carros troca-se o óleo e filtro de câmbio, além de limpar o cárter. Além disso, limpa-se um imã interno, um recurso usado para atrair as partículas metálicas em suspensão no óleo. Já para o restante dos casos, só se esgota o óleo pelo bujão, pois o cárter é lacrado e, em seu interior, há dois filtros (imãs de forma retangulares), que capturam as partículas metálicas provenientes do desgaste. Estes imãs internos não podem se limpos na troca do fluído. O nível medido na vareta considera o fluido contido no conversor de torque e, para medir, veja no manual do proprietário, pois alguns carros se mede o nível do câmbio com o motor em marcha lenta e outros com o motor parado (mas sempre com o lubrificante aquecido).

S.O.S. publicado em: 05/01/2001
Enviado por: Edimilson Santos Aciole (São Paulo, SP)
Características do carro: Escort Guia 1.6, 1988, álcool

Dúvida: troquei várias peças: embreagem, coxins, buchas, caixa de direção e rolamento do câmbio.
A minha dúvida está ao sair devagar, havendo uma trepidação. Isso é normal?

Resposta: Edimilson, a trepidação não é comum no Escort e em nenhum outro carro. Grande parte dos problemas de trepidação em automóveis equipados com platô de carcaça estampada, como é o seu caso, se deve ao aperto irregular na instalação, ocasionando deformação da carcaça ou dos dedos da mola membrana. Quando o platô está na condição livre (antes do aperto dos parafusos de fixação), sua placa de pressão está avançada, e recua forçadamente a medida que o mecânico aperta os parafusos. Dependendo da força exercida, e da seqüência de aperto dos parafusos, pode haver a deformação da carcaça  de chapa ou o desalinhamento dos dedos da mola membrana, provocando a trepidação da embreagem. É fácil prevenir este defeito montando-se o platô acionado. Para isso, basta colocar um cabo metálico ou plástico entre a carcaça do platô e a mola membrana, o qual fará com que a placa de pressão recue, permitindo instalar o conjunto de embreagem mais facilmente. Recomenda-se utilizar um cabo de aço como, por exemplo, o "arame" de um cabo de embreagem. 1) Com o auxilio de uma pequena prensa, pressione a mola membrana (chapéu-chinês) de modo que o platô fique acionado. Aconselha-se a utilização de um volante como base de fixação; não pressione a mola membrana excessivamente, o que poderá comprometer seu funcionamento e utilize um calço no contato do punção da prensa com a mola membrana para proteger os dedos da mola. 2) Com o platô acionado, insira o cabo metálico entre a carcaça e a mola membrana. 3) Retire o platô da prensa e instale o conjunto de embreagem normalmente, apertanto os parafusos progressivamente (aos poucos) e alternadamente (em cruz). Naturalmente, você perceberá um aperto mais fácil. 4) Retire o cabo. Dica importante: caso a sua carcaça já esteja empenada, é melhor substituir por uma nova. A impregnação do disco de embreagem por óleo, ou graxa, também poderá ocasionar perda de potência devido à patinação ou vibrações indesejáveis no veículo em função da trepidação. Neste caso deve ser verificado se existem danos no retentor do volante do motor, retentor do eixo piloto em mau estado e, também, o cuidado no manuseio das peças com as mãos impregnadas com óleo ou graxa. Você deve tomar alguns cuidados na montagem visando evitar a impregnação do disco de embreagem. 1) Utilize graxa grafitada ao lubrificar o estriado do eixo piloto, para evitar escorrimentos em função da força centrífuga exercida pelo motor, o que poderá gerar a contaminação do disco de embreagem. 2) Aplique apenas uma pequena quantidade de graxa no estriado, suficiente para o livre deslizamento do disco. 3) Deslize o disco do início ao fim do estriado. Repita essa operação uma ou duas vezes para obter uma melhor distribuição do lubrificante. 4) Retire o excesso de graxa, utilizando um pano que não solte fiapos. Dica importante: Caso o disco esteja impregnado de óleo ou graxa, substitua-o.

S.O.S. publicado em: 02/11/2000
Enviado por: Felipe Júnior (Fortaleza, CE)
Características do carro: Monza Classic SE 2.0, 1991, gasolina

Dúvida: qual a diferença entre a embreagem normal que vem nos carros e a embreagem de cerâmica? Para que serve a embreagem de cerâmica? Onde posso encontrar para comprar esse tipo de embreagem?

Resposta: a embreagem de cerâmica é um componente melhor dimensionado e que é utilizado em veículos de competição, mais precisamente em veículos de arrancada. Possui a vantagem de maior resistência e menor aquecimento com o elevado atrito a que é submetida em competições. Não vejo motivos para se utilizar um componente tão superior e caro em carros de passeio, haja visto que o equipamento original atende plenamente até mesmo em condições extremas. A embreagem pode ser encontrada em casas especializadas em equipamentos e acessórios de preparação de motores.

S.O.S. publicado em: 28/09/2000
Enviado por: Moisés Luiz Parucker (Joinville, SC)
Características do carro: Monza SL/E 2.0, 1990, álcool

Dúvida: o marcador de velocidade só funciona quando o motor começa a aquecer, porém o marcador de quilometragem funciona normalmente. A embreagem está um pouco pesada, sendo que já troquei todo o conjunto (platô/disco/rolamento), além de achar os engates muito duros. Existe um barulho estranho no motor quando o mesmo trabalha em marcha lenta, como se fosse algum pino batendo. Porém, quando piso na embreagem, este barulho desaparece. Quais os eventuais problemas que podem estar ocorrendo?

Resposta: o problema do velocímetro deve ser do próprio painel. Uma limpeza e lubrificação do sistema deve resolver. Observo que muitos mecânicos tem pecado demais nos serviços mais básicos da mecânica. Substituir o conjunto de embreagem não se trata apenas de retirar o platô, disco e rolamento usados e simplesmente colocar outros novos no lugar. Junto da embreagem existem vários componentes que se desgastam simultaneamente e, portanto, não devem ser esquecidos. Problemas de esforço excessivo de pedal e ruídos de acionamento, por exemplo, estão relacionados a componentes que formam o sistema de acionamento da embreagem. Por esse motivo, o mecânico profissional verifica todos os componentes envolvidos e substitui sempre que necessário. Os principais causadores de pedal de embreagem duro e ruídos de acionamento são: 1) desgaste ou deformação ao longo do tubo guia (moringa): o desgaste do tubo guia poderá gerar o acionamento irregular do rolamento causando ruídos. 2) Desgaste nas hastes do garfo de acionamento: num garfo em boas condições de uso a área de contato com o rolamento deve estar arredondada. 3) Desgaste nas áreas de contato do garfo com as buchas: as áreas desgastadas do garfo serão impregnadas por resíduos da própria embreagem (poeira ou sujeira) gerando resistência ao movimento do garfo. 4) Buchas quebradas, ou desgastadas: as buchas em más condições geram folgas e conseqüentes vibrações, além de dificultar o movimento do garfo. 5) Cabo de embreagem travado: uma forma de verificar as condições do cabo é retirá-lo e verificar se permite livre acionamento. A verificação deve ser feita com o cabo flexionado. Quanto aos "engates duros", deve-se verificar, ou trocar, a alavanca de câmbio, pois devido à idade é comum que o componente (plástico) apresente folga excessiva. O barulho em marcha lenta pode ser ocasionado por folga axial no motor ou no câmbio que, com o movimento da embreagem, realmente tende a desaparecer.  O problema em questão é melhor ser verificado por um profissional competente e, caso seja no motor, não há muito o que fazer senão uma retífica do virabrequim ou de todo o motor conforme a situação do mesmo. Se for do câmbio, verifique o nível e a condição do óleo lubrificante do câmbio e também a rotação de trabalho do motor em marcha lenta, pois se esta for muito baixa poderá acarretar tais ruídos.

S.O.S. publicado em: 06/07/2000
Enviado por: Rogerio Santana (Rio de Janeiro, RJ)
Características do carro: Monza SL/E, automático, 1985, álcool

Dúvida: estou com este carro há 1 ano e a satisfação é total. Sendo ele um modelo automático de três marchas, gostaria de saber quais os procedimentos de manutenção preventiva que devem ser adotados.

Resposta: a única recomendação para o câmbio automático é a troca de óleo a cada 60.000 km. Para tanto, é necessário uma bomba de sucção ou, então, remover a caixa, pois no cárter fica armazenado pouco menos de 3 litros, sendo que o restante, aproximadamente 5 litros, fica no conversor de torque. Vale lembrar que não justifica o trabalho de remover a caixa para a troca de óleo. O melhor é procurar uma casa especializada que possua condições e equipamentos necessário para tais procedimentos. A direção hidráulica também requer uma limpeza e substituição do óleo nos mesmos períodos, o que pode ser feito pelo mesmo profissional, pois requer os mesmos equipamentos. Agora, ao ficar dura pela manhã é justamente pelo fato de a correia estar patinando (cantando), não conseguindo, desta forma, com que a bomba mantenha o sistema pressurizado. Para solucionar tal problema, tente apenas tensionar a correia e, se isto não for suficiente, a mesma deverá ser substituidas.

S.O.S. publicado em: 06/07/2000
Enviado por: Guilherme Simões (Brasília, DF)
Características do carro: Monza GLS, 1994, gasolina

Dúvida: adquiri meu Monza há 1 ano e meio e, atualmente, o mesmo está 108.000 km rodados. Há aproximadamente três meses, o cabo da embreagem começou a fazer um barulho parecido com um espécie de rangido. Troquei-o e, após um mês, o defeito retornou. Neste caso, foi trocado o conjunto (disco, platô e rolamento) e, novamente, o cabo.  Não demorou para o rangido retornar, com a diferença que, desta vez, este barulho só aparece depois de longos percursos. Também tenho notado que, ao ligar o ar, o barulho aparece mais rapidamente.

Resposta: é muito provável que o rangido tenha origem nas articulações dos braços internos da embreagem (garfo), que é muito comum estarem contaminados com resíduos da própria embreagem. Sempre que se substitui o conjunto de embreagem o mecânico deve aproveitar para efetuar a limpeza e lubrificação dos mesmos e, também, verificar os mancais de apoio do pedal de embreagem que pode criar resistencia ao movimentos.

S.O.S. publicado em: 06/07/2000
Enviado por: Donizeti Cotrim (São Paulo, SP)
Características do carro: Omega Diamond 3.0, 1994, gasolina

Dúvida: dando ré num percurso razoável, quando se interrompe a aceleração, o diferencial ou câmbio dá uns estalos. O poderia ser?

Resposta: para um bom diagnóstico, deve-se fazer uma avaliação do sistema de tração do veículo. Mas, posso lhe adiantar que é muito comum, nestes casos, que o barulho tenha origem no rolamento do eixo piloto ou mesmo da cruzetas.

S.O.S. publicado em: 11/05/2000
Enviado por: Rodrigo S.L. dos Santos (Rio de Janeiro, RJ)
Características do carro: Monza Classic SE 2.0, 1990, gasolina

Dúvida: meu carro possui câmbio automatico e é excelente. Porém, a 100 km/h o conta-giros fica marcando 3. 500 RPM e, a 120 km/h, 4.000 RPM. Comparando com outros carros (de outras marcas e modelos) vejo que, na mesma velocidade, eles estão a uma rotação mais baixa. Gostaria de saber se está ocorrendo algum problema ou essas rotações são normais para o Monza. Se for normal, somente o carro com câmbio automático apresenta rotações tão elevadas ou, também, consta no manual?

Resposta: esta rotação é considerada normal no seu carro. Observe que o câmbio que o equipa é um de três marchas, ao contrário dos carros de câmbio manual que, em geral, utilizam câmbio de cinco marchas. Os carros da GM mais atuais vem equipados com câmbio automático de quatro marchas. Atualmente, vemos, principalmente em carros importados, câmbio automático de cinco ou até mesmo de seis marchas. Mas sempre é bom verificar o estado e o nível do óleo e até mesmo a situação do conversor de torque, pois qualquer anomalia neles faz com que o mesmo dê a impressão de estar dirigindo um carro com a embreagem patinando, o que elevaria demais a rotação.

S.O.S. publicado em: 27/04/2000
Enviado por: Aderival da Silva Aguiar (Ceilândia, DF)
Características do carro: Monza Hatch SL/E 1.8, 1983, gasolina

Dúvida: adquiri meu carro há pouco tempo e gostaria de saber quais ítens deverei verificar para usá-lo na cidade sem problemas. Apesar de se tratar de um carro "inteiro" (nunca foi batido), tenho receio de que, por ser um modelo mais antigo, ele deva receber uma atenção especial na hora da manutenção. Eu gostaria de, posteriormente, melhorar a sua performance e tenho algumas curiosidades a respeito. O mesmo é equipado com câmbio original de 4 marchas e motor 1.8 de 83 cv. Seria possível a instalação de um câmbio de 5 marchas? Se possível, qual seria o resultado desta alteração? Seria possível instalar um sistema de injeção eletrônica EFI? Quais seriam as alterações necessárias? E o custo aproximado?

Resposta: por se tratar de um carro com aproximadamente 17 anos, e não possuirmos nenhum histórico sobre a manutenção e estado atual do mesmo, é aconselhável que se faça uma revisão em uma oficina especializada de sua confiança. É lógico que uma revisão completa seria inviável mas, mesmo assim, a oficina em questão poderia lhe aconselhar sobre os ítens que se encontram mais críticos e, também, lhe posicionar sobre a real situação do seu veículo para que você possa tomar as decisões quanto ao veículo com muito mais segurança. A troca do câmbio de 4 marchas por um de 5 é um tanto interessante: não exige nenhuma adaptação e lhe traria benefícios em desempenho e economia. Mas vale ressaltar que o maior problema ainda é o preço do câmbio. Certa vez, executei este tipo de serviço. Na época, fui procurando em diversas concessionárias até obter um preço realmente compensador  (na Carville em Barueri/SP) e, por se tratar de uma peça que hoje é considerado um encalhe na prateleira das concessionárias, adquiri por R$ 300,00 (obs: seu preço de tabela deve ser de, no mínimo, R$ 1.500,00). Agora não podemos dizer o mesmo quanto à adaptação do sistema de injeção eletrônica, pois são tantas as peças diferentes, a começar pelo motor, que tornaria a operação completamente inviável _a menos que se consiga todas as peças em bom estado e num preço realmente compensador, o que creio seja muito dificil.

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