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Prisma foi a principal atração da GM no Salão Internacional do Automóvel

O sedã de porte pequeno, 100% desenvolvido pelos design e engenharia da General Motors do Brasil, oferece um design atraente, moderno e incorpora o que existe de mais avançado em tecnologia automotiva. O modelo está equipado com um inovador motor 1.4 litro, batizado de Econo.Flex, que incorpora a tecnologia "flex fuel" e oferece a melhor potência do mercado brasileiro nessa faixa de cilindrada, aliada à otimização de economia de combustível.

Quando abastecido com álcool, sua potência chega a impressionantes 97 cv, e, com gasolina, atinge 89 cv. Com isso, além de ser a maior potência da categoria até 1.4 litro, ela também proporciona ao Prisma um desempenho bastante competitivo em comparação a modelos de faixa superior.

"O Prisma participará do segmento dos veículos sedãs não populares, ou seja, com motorização acima de 1.0 litro. Esta categoria de veículos registrou um crescimento expressivo nas vendas, de 107% nos últimos três anos no país”, destaca Ray Young, presidente da General Motors do Brasil e Mercosul.

Segundo Ray Young, o Prisma chega para consolidar ainda mais a tradição e a liderança da marca Chevrolet no segmento dos sedãs no mercado brasileiro, juntando-se à já extensa gama destes modelos constituída pelos Classic, Corsa, Astra e Vectra – todos nacionais e produzidos pela GM do Brasil – e ainda o importado Omega, também um sedã. "São todos modelos de grande aceitação por parte dos consumidores", acrescenta ele.

“O Prisma, com certeza, dará continuidade à bem sucedida estratégia de lançamentos da GM do Brasil, que tem como prioridade oferecer ao mercado a mais completa e moderna gama de veículos do país. O Prisma, definitivamente trará um novo conceito de veículo sedã 'não popular' para o mercado, que além de um design inovador oferece o novo e mais potente motor 1.4 litro frente à concorrência", acrescenta José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil.

O Chevrolet Prisma 2007 apresenta números empolgantes, tanto de desempenho quanto de economia. Utilizando álcool, a velocidade máxima é de 184 km/h, com a aceleração de 0 a 100 km/h em 10s6, superando até concorrentes de maior cilindrada. Já quando utilizamos a gasolina a velocidade máxima fica em 178 km/h, com a aceleração de 0 a 100 km/h em 11s0.

Se o desempenho é ligeiramente inferior com o uso da gasolina, nos números de consumo as posições se invertem. Utilizando apenas gasolina, o Prisma Econo.Flex percorre 13,1 km/l na cidade e 18,5 km/l na estrada, com uma média de 15,5 km/l. Quando se abastece com álcool o Prisma percorre 9,3 km/l na cidade, 13,1 km/l na estrada, fazendo uma média de 11,0 km/l.

Design do sedã Prisma traz linhas harmoniosas e bem definida

O design é um dos destaques do Prisma, que incorpora em seu visual linhas harmoniosas e proporções bem definidas e uma robustez que se acentua assim que se vê o automóvel pela primeira vez. A fluidez do desenho também confere ao Prisma o diferencial da esportividade, o que o torna um carro único em seu segmento.

"Após dois anos de muito trabalho chegamos a um resultado que consideramos excelente e o Prisma, com certeza, agradará plenamente os consumidores. O brasileiro adora sedãs e ninguém tem tanta tradição nesse segmento no Brasil como a Chevrolet", destaca Carlos Barba, diretor de Design da GM para a Divisão LAAM, que engloba as regiões da América Latina, África e Oriente Médio, que está no Brasil desde 2002.

Ele comanda a equipe responsável pela criação do design do Prisma e orgulha-se pelo fato de este trabalho ter sido feito totalmente no país. "E muito nos orgulha o fato de ter sido um bonito trabalho de equipe, com uma integração e muita sinergia entre o Design, Engenharia e Manufatura”, acrescenta ele.

"Nosso desafio foi criar um carro com atributos que transmitam esportividade e muito prestígio aos seus proprietários. As linhas horizontais no modelo lhe conferem superem superfícies limpas, bem definidas e marcantes", revela Carlos Barba.

Segundo ele, o desafio de desenvolver um carro como o Prisma ampliou-se principalmente pelo fato de o modelo estar inserido em um segmento bastante apreciado pelos consumidores brasileiros e que conta com uma infinidade de modelos: "com certeza é atualmente o segmento mais disputado do Brasil", diz Barba.

A exemplo das marcantes linhas de outros modelos da linha Chevrolet, o Prisma tem como característica acentuada um vinco na sua parte traseira, mais precisamente na divisória central da tampa do porta-malas. "Em nossa visão este vinco é a alma que define a linha visual dos carros Chevrolet, o ‘DNA’ da marca", acrescenta Carlos Barba.

O Prisma, segundo Barba, também tem como missão consolidar a nova identidade dos produtos Chevrolet, já bastante presente no novo Vectra. O Prisma, a exemplo do Vectra, foi totalmente desenvolvido com a utilização da sala de realidade virtual do Departamento de Design da GMB, a já conhecida sala de ‘3D’. Esta ferramenta foi muito importante na otimização do tempo de desenvolvimento do projeto.

A fase de desenvolvimento ou melhor, de criação do Design se compôs de duas etapas: a primeira, chamada de geração de idéias, na qual o trabalho consiste basicamente na criação dos sketches (esboços) em 2D, ou seja, duas dimensões. Dos sketches apresentados surgiu, então, uma seleção de temas de Design a serem desenvolvidos em 3D, ou seja, os modelos tridimensionais.

Graças à sala de realidade virtual, foi possível antecipar a visualização em três dimensões e em tamanho natural das propostas de design, antes mesmo da construção dos modelos físicos, fossem eles em escala ou em tamanho natural.

Esta informação preliminar também pode ser usada pelas Engenharias de Manufatura e Produto, que puderam começar o seu desenvolvimento e trabalhar junto com o Estúdio de Design numa fase mais avançada. Como resultado deste trabalho em equipe, quando o modelo tridimensional e físico final de Design foi apresentado e aprovado pelo Comitê Executivo da GMB, ele já representava um modelo tecnicamente viável para a fase de produção.

Depois disso, a partir da realidade virtual do modelo pode-se concluir os desenvolvimentos seguintes, ou seja, as diferentes formas de protótipos, em argila e fibra de vidro, para a definição das etapas necessárias para a transformação do carro virtual em realidade, ou seja, o desenvolvimento em série.

No design da GM do Brasil existem dois estúdios específicos para desenho e, num terceiro, são feitas as atividades de "Color & Trim" (cores, texturas e desenvolvimento de materiais).

Segundo Carlos Barba, a eficiência do Design da subsidiária brasileira da GM, a coloca em posição de destaque como um dos cinco centros globais de desenvolvimento. "Trabalhamos de forma integrada com os outros centros e isso aumentou nosso papel na Corporação e também nossa responsabilidade", acrescenta ele.

Outra atividade em que o design da GM do Brasil tem se destacado nos últimos anos é a criação de carros conceitos, destacando-se o Sabiá, em 2001 e o Journey, em 2002. O design da GM do Brasil conta atualmente com 84 funcionários e seu efetivo será ampliado em 50% até o final deste ano de 2006. 

Linhas do design

Cientes da admiração dos consumidores brasileiros por estes modelos e a demanda por este tipo de veículo, a missão dos designers foi a de passar uma aparência de robustez e requinte ao novo modelo, que estivesse presente nos sedãs maiores da linha Chevrolet, casos do Astra Sedã e, mais precisamente, do novo Vectra.

Na parte dianteira do Prisma predomina o elemento gráfico trapezoidal que desce sobre o capô e incorpora as aberturas das grades superior e inferior. O marcante vinco central vertical onde é aplicado o novo logo Chevrolet com a gravata dourada, também faz parte da nova identidade da marca.

A lateral do Prisma conta com elementos de design horizontais acentuados nos pára-lamas dianteiros e traseiros. Para passar a sensação de robustez, após vários estudos de diferentes temas, a equipe de design decidiu adotar o conceito de duas janelas laterais em vez de inserir mais uma janela na coluna traseira. Esta medida, além de conferir mais modernidade ao projeto, solução também adotada no novo Vectra, proporciona uma aparência mais robusta à coluna traseira. Para completar a lateral, também se optou por um tema de design que mostrou o melhor equilíbrio entre as partes dianteira e traseira do veículo. Além da robustez, os contornos do farol dianteiro e lanterna traseira conferem dinamismo ao sedã Prisma.

Outro elemento marcante é o moderno design das novas calotas integrais de 14 polegadas, que são oferecidas como item de série na versão Maxx.

Na parte traseira predominam as linhas horizontais com superfícies limpas e marcantes. Assim com na parte dianteira, a traseira também é seccionada por um vinco vertical, o novo DNA da marca, onde é aplicado o novo logo Chevrolet.

Apesar da simplicidade de superfícies, o requinte da traseira está no conceito adotado para as lanternas traseiras. A intenção foi de adotar o conceito que chamamos de “efeito jóia”, o que valoriza as texturas adotadas na metalização das parábolas e o tratamento óptico das lentes.

Forma e função

O Prisma tem como um dos principais atributos de um sedã o seu porta-malas. Durante o desenvolvimento do modelo deu-se uma atenção especial para a funcionalidade e a sua capacidade volumétrica. O porta-malas do Prisma conta com 439 litros de capacidade, superando até sedãs de categoria superior.

Design interior

O interior do Prisma foi concebido de tal forma em que houvesse uma sinergia com a linguagem de Design adotada também para a parte externa do veículo. Como resultado, conseguiu-se uma modernidade e simplicidade das formas de painel de instrumentos e dos painéis de acabamento das portas.

O requinte está presente no tratamento aplicado à texturização das peças plásticas, na qualidade e aparência dos tecidos adotados e nas novas cores das peças internas que também fazem parte de uma estratégia de fortalecimento e identificação da marca Chevrolet.

Além disto, o Prisma conta com console central integrado ao painel de instrumentos e com uma extensão posterior incrementando o número de porta-objetos disponíveis em seu interior. O painel de instrumentos conta com quatro mostradores oferecendo o conta-giros como um item de série, independentemente da versão de acabamento.

Tecidos também foram aplicados aos painéis de acabamento das portas que podem contar com molduras adicionais. Estas acompanham os detalhes do painel de instrumentos e maçanetas das portas, que nem sempre são encontrados em sedãs de segmentos superiores.

É com muito orgulho que a equipe de engenheiros e técnicos comandada por Pedro Manuchakian, o vice-presidente de Engenharia de Produto da GM para a divisão LAAM (engloba as regiões da América Latina, África e Oriente Médio), concluiu o desenvolvimento de mais um veículo 100% feito pela subsidiária brasileira, um dos cinco centros mundiais de desenvolvimento de veículos da General Motors Corporation.

O tempo de desenvolvimento do Prisma já ficou na  média de 18 meses, o que dá grande competitividade à GM na agilidade de lançamento de modelos com potencial para os segmentos detectados pela área de marketing.

Segundo Manuchakian o Prisma incorporou na execução de seu projeto de engenharia, o que existe de mais avançado em tecnologia automotiva: “Temos a convicção de que o Prisma agradará ao consumidor brasileiro pois é robusto, versátil, confortável e muito bonito”.

O projeto do Prisma recebeu o ‘sinal verde’ da diretoria da GM do Brasil em setembro de 2003 e, a partir daquela data, foi concretizado na sua plenitude pelos profissionais das áreas de design e engenharia da GM do Brasil. O mesmo já havia ocorrido   com o Vectra, lançado em outubro de 2005.

O trabalho propriamente dito da engenharia começou em dezembro de 2004, assim que a área de Design da GM do Brasil liberou a forma definitiva de sua aparência: “A partir daí demos o ‘start’ em todo o desenvolvimento da engenharia, num trabalho conjunto com o próprio design e também a área de manufatura. Essa etapa é fundamental para a sinergia de todas as áreas técnicas da GM na viabilização do projeto do novo carro”.

O Prisma tem o melhor coeficiente aerodinâmico dentre os modelos do seu segmento, com CX de 0,31. Além disso, graças à sua carroceria, o modelo oferece ao usuário uma excelente rigidez torcional, proporcionando conforto e estabilidade. Na fase de testes práticos, alguns protótipos do modelo foram submetidos a rodagem de 700 mil quilômetros na pista, antes de sua validação.

Econo.Flex, o motor 1.4 litro que pulsa forte no coração do Prisma

Produzido pela GM Powertrain, ele é o mais potente na categoria dos automóveis com motores 1.4, chegando a quase 100 cavalos e conta com o sistema LFVT. Pulsa bem forte no coração do Chevrolet Prisma o novíssimo motor 1.4 Econo.flex, desenvolvido no Brasil pela equipe da GM Powertrain, que recentemente alcançou a expressiva marca de produção de 16 milhões de unidades powertrain, ou sejam, os motores e as transmissões.

"O Econo.Flex é o mais recente resultado da GM Powertrain, que tinha como desafio principal desenvolver um propulsor com a tecnologia 'flex fuel’ que permitisse ao veículo com ele equipado, um excelente desempenho aliado à eficiência na economia de combustível", revela Adhemar Nicolini, o diretor Geral da GM Powertrain LAAM _responsável por esta divisão nas regiões da América Latina, África e Oriente Médio e que comanda duas fábricas de motores e uma de transmissões no Brasil e uma de motores em Rosario, na Argentina.

O Prisma é o primeiro modelo da linha Chevrolet a utilizar um motor acima de 1.0 litro com a consagrada tecnologia VHC (Very High Compression), que oferece um excelente rendimento volumétrico graças à sua elevada taxa de compressão de 12,4:1, otimizada para ser utilizada tanto com álcool quanto com gasolina. O ‘VHC’ vinha sendo utilizado nos últimos anos nos modelos exclusivamente da faixa de motores 1.0.

Graças a esta tecnologia e aprimoramentos realizados no motor da ‘Família I’, o 1.4 Econo.Flex proporciona uma impressionante potência de 97 cavalos com a utilização do combustível álcool e 89 cv no uso da gasolina. Em ambas as situações a potência máxima é obtida a 6.200 rpm (rotações por minuto). O torque máximo líquido com álcool é de 12,9 mkgf (127 Nm) a 3.200 rpm, enquanto com gasolina é de 12,4 mkgf (122 Nm) a 3.200 rpm.

A potência do motor do Prisma é simplesmente a maior dentre todos os motores 1.4 existentes nos modelos similares da concorrência e também supera alguns modelos com motores de cilindrada acima de 1.4.

O Chevrolet Prisma 2007 apresenta números empolgantes, tanto de desempenho quanto de economia. Utilizando álcool a velocidade máxima é de 184 km/h, com a aceleração de 0 a 100 km/h em 10s6, ou seja, mais rápido até que modelos de cilindrada superior. Já quando utilizamos a gasolina a velocidade máxima fica em 178 km/h, com a aceleração de 0 a 100 km/h em 11s0.

Se o desempenho é ligeiramente inferior com o uso da gasolina, nos números de consumo as posições se invertem. Utilizando apenas gasolina o Prisma Econo.Flex percorre 13,1 km/l na cidade, 18,5 km/l na estrada com uma média de 15,5 km/l. Quando se abastece com álcool o Prisma percorre 9,3 km/l na cidade, 13,1 km/l na estrada, fazendo uma média de 11,0 km/l.

Evolução resulta no inovador 1.4 Econo.Flex

O motor 1.4 Econo.Flex que equipa o Prisma é a consolidação de uma fantástica evolução dos motores da ‘Família I’, desenvolvidos pela GM Powertrain, em São José dos Campos.

Para se ter uma idéia, esta mesma família de motor começou equipando, a partir de junho de 1994, o modelo Corsa GL 1.4 litro com sistema de alimentação ‘single point’ _um único bico injetor para os quatro cilindros_, que tinha uma potência de 60 cavalos para o funcionamento com gasolina.

Depois houve uma melhoria tecnológica com o sistema de injeção de combustível ‘multipoint’ _um bico injetor para cada um dos quatro cilindros_, proporcionando uma potência de 85 cavalos.

E, agora, o Chevrolet Prisma teve mais uma grande evolução e, além da tecnologia ‘VHC’, o novo motor 1.4 Econo.Flex recebeu outros diferenciais técnicos como o sistema ‘flex fuel’, comando de válvulas com rolamentos de baixo atrito e componentes de menor inércia (Low Friction Valve Train – LFVT), justamente um dos responsáveis em propiciar um melhor desempenho e otimização na economia de combustível.

O conversor catalítico acoplado ao coletor de escapamento tubular diminui o tempo de aquecimento do catalisador (light-off), tornando o motor mais eficiente e menos poluente. Com o coletor tubular há uma peça mais leve e com menor rugosidade, melhorando o fluxo dos gases de escapamento e resultando em melhor desempenho do motor.

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