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A Casa de Amparo ao Menor Tia Marly foi criada em 27/06/2007 por um grupo de 25 profissionais interdisciplinares e de várias áreas de atuação, sendo uma organização sem fins lucrativos, independente e não-governamental. Após a notícia do fechamento da Casa de Amparo ao Pequeno São João Batista, esse grupo se preocupou com o destino das crianças ali abrigadas. Infelizmente havia grande possibilidade delas estarem em "risco social e pessoal", ou seja, na eminência de ruptura dos laços familiares entre os irmãos. Mas, felizmente, essas pessoas tiveram coração e muito esforço para evitar que isso acontecesse. E estão fazendo um sonho acontecer! A "Tia Marly" dará todo o apoio e carinho que essas crianças necessitarão daqui para frente. Atenção!!! Nos últimos oito anos, em virtude da divulgação que fizemos a Casa de Amparo ao Pequeno São João Batista, 6 crianças foram adotadas, além de mais de 4 toneladas de alimentos arrecadados nos eventos realizados pelo Monza Clube. Assim, daremos continuidade a nossa ação social e ao lado da "Tia Marly".
A Casa de Amparo ao Menor Tia Marly está necessitando, urgentemente, da doação de materiais, mão-de-obra, além de mobiliários para a reforma da casa. A batalha será árdua, mas atingiremos os nossos objetivos. Se você puder ajudar, não hesite em entrar em contato com eles. No endereço www.casatiamarly.org.br você encontrará as necessidades atuais da casa. Vamos lá Família Monza Clube! Entrem em contato hoje mesmo com a Tia Marly, nem que seja apenas para lhe dar um Bommmmmm dia ou Boa tardeee!!! Juntos, vamos construir um lindo lar as crianças. A sede (alugada) está localizada à Rua Duarte de Azevedo, 608, no bairro de Santana (São Paulo - SP), próxima a estação Santana do Metrô, tel. (0xx11) 9644-6171.
Se mesmo assim restar alguma dúvida, consulte o site www.maplink.com.br, onde será possível traçar uma rota detalhada desde o ponto de origem até o local de destino. Não importa quão difícil, triste e dolorosa tenha sido a histórias dessas crianças. Elas encontrarão na Casa de Amparo ao Menor Tia Marly uma família que poderão considerar como delas. Para a maioria, essa família substituta é a única fonte de aceitação, apoio, guia, referência social, identidade pessoal e esperança de futuro. Todo o trabalho da Casa de Amparo ao Menor Tia Marly é pautado pela Convenção Internacional dos Direitos da Criança (ONU, 1989), Constituição Federal Brasileira (1988) e Estatuto da Criança e do Adolescente (1990). Clique no banner abaixo para conferir a visita que Família Monza Clube fez a "Tia Marly" em 08/03/2008 Convite à Família Monza Clube - No dia 1º de junho de 2008 faremos nova visitação a "Tia Marly" e, se Deus quiser, às crianças já estarão em seu novo lar. Clique aqui para obter as informações iniciais. A Família Monza Clube agradece ao grupo de pessoas e colaboradores a seguir por essa enorme força (que vem lá do fundo do coração) e empenho em ajudar as crianças: Armando Frateschi Júnior, Doraci Vieira Frateschi, Sandra Aparecida Ruzza, Luiz Herculano Vieira, Marly Correa do Nascimento, Vilmi Bezerra Fernandes, Rosilene de Paiva Branco, Elizabeth Ribeiro Rodrigues, Claudia Araújo Costa, Daniel Araújo Costa, Rafael Firmino Capeto, Kelen Ruiz Correa Macedo, Joaquim Pimenta Galo Abreu, José Roberto Comunian Boldim, Vanice Marquette, Maria Diva Malfinati, Cibele Aparecida Garcia de Almeida, Regiane Ferreira da Silva, Paula Rubano Pompeo, Dinah Theodoro Cruz, Francisca da Silva Nagao, Claudia Ribeiro Flausino Franco de Abreu, Marcio Franco de Abreu, Agnes Maria Hernandes Cassavia, Ana Antonia de Lima, Rosangela de Lourdes Campos, Carlos Eduardo Kouyomdjian. Que Deuscontinue, sempre, iluminando as suas vidas. E saibam que vocês terão o total apoio da Família Monza Clube, seja em nossos eventos, nas ações sociais e no próprio site do Clube. "A verdadeira e insubstituível Tia Marly" Em 1997, a tia Marly foi convidada para cozinhar e cuidar das crianças abrigadas em uma casa de amparo que estava abrindo. Por todos esses anos cuidou das crianças como se fossem seus filhos e dedicou-se sem pensar em horário. O seu único objetivo era educar, orientar e zelar pelas crianças lá abrigadas, dando-lhes amor. Tia Marly não imaginava o propósito que Deus tinha em sua vida. Além de cuidar das crianças, Tia Marly criava sozinha dos seus três filhos, pois havia rompido o seu casamento. O tempo foi passando e de cozinheira começou a acumular funções: babá, educadora, conselheira, psicóloga, captadora de recurso, coordenadora etc., tudo sempre com muito amor, carinho e respeito. Quando foi informada que a Casa de Amparo ao Menor São João Batista iria fechar se desesperou. Chorava muito e dizia que tínhamos que abrir uma outra casa, pois ela 'não tinha medo'; que podíamos confiar e garantia que iríamos conseguir. Fomos guiados por essa "fortaleza", mulher decidida e cheia de propósitos, a amorosa tia Marly. Quando resolvemos fundar a Casa, decidimos homenageá-la colocando o seu nome, pois a mesma renunciou a sua vida para cuidar das crianças. E nada mais justo que, neste momento de transição e turbulência em que está passando, ficasse feliz. Afinal, a Casa é da Tia Marly, pois é ela quem dirige, coordena, educa etc. Resumindo: a mãe substituta de todas as crianças abrigadas.
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