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21 de agosto de 2004
Na festa do Monza, ele foi o centro das atenções Exemplar tunado tem pára-choques e capô alongados: nova cara ao fora de linha da GM Fotos: Filipe Araújo/AE
Dos 394 carros presentes ao 2º Encontro Nacional do Monza Clube, que foi realizado sábado passado em São Paulo, havia Monzas em perfeito estado de conservação e versões especiais feitas por empresas especializadas na década de 80 como, por exemplo, um Monza 190E com kit da Mercedes 190E.
Em meio aos "monzeiros" mais conservadores, quem fez bastante sucesso foi o publicit´rio Magnum Moreira Valentin, de 22 anos, donos de um Monza GLS 94 equipado com pára-choques personalizados, rodas e pneus esportivos e adesivos estampados na carroceria. "Passei a fazer parte do clube no ano passado e fui bem recebido pela antiga geração dos 'monzeiros'. Já ganhei até troféu de carro mais esportivo", conta Valentin, que ganhou o Monza do pai quando completou 18 anos. Valentin afirma que queria um carro confortável, com bom espaço interno e motor forte _características facilmente encontradas no sedã da Chevrolet. O Monza GLS de Valentin é a versão topo de linha, com freios a disco nas quatro rodas, direção hidráulica, ar-condiciondo e motor 2.0 a álcool. Com dez anos de uso, o hodômetro já marca 100 mil quilômetros rodados. "É pouco, com esse carro dá para rodar muito mais", diz Valentin, que usa o veículo todos os dias para trabalhar.
As portas abrem com um toque de botão, requinte possível graças a um sistema que utiliza controle remoto. As maçanetas das portas e a tampa traseira foram retiradas. Internamente, o painel do Monza foi pintado e ganhou uma coluna de instrumentos acima do porta-luvas, que ostenta os marcadores de pressão do óleo, voltímetro e vacuômetro. Os bancos tipo concha são da San Marino, com acabamento de couro. Também não faltam os adereços comuns aos tunados: tapetes de alumínio, acessórios Shutt e neon.
A receita do Monza
(Jornal da Tarde - Jornal do Carro) |